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Pai de bebê de 10 meses vítima de estupro: 'Não caiu a ficha' - notícia

ResumoO pai de uma bebê de 10 meses, vítima de estupro seguido de morte, afirmou que ainda não conseguiu enterrar a filha e que "não caiu a ficha". O caso chocou a cidade e é investigado pela Polícia Civil, que já ouviu testemunhas e aguarda laudos periciais para esclarecer os fatos.

O pai de uma bebê de 10 meses, vítima de estupro seguido de morte, revelou que ainda não conseguiu enterrar a filha. 'Não caiu a ficha', disse. O caso, que chocou a cidade, segue sob apuração da Polícia Civil, que já ouviu testemunhas e aguarda laudos periciais.

Otávio Mancini
Otávio Mancini Repórter de Política e Bastidores · 16 de julho de 2026 · 3 min de leitura
Pai de bebê de 10 meses vítima de estupro: 'Não caiu a ficha' - notícia

Pai de bebê de 10 meses vítima de estupro revela que não conseguiu enterrar a filha: 'Não caiu a ficha'

O pai de uma bebê de 10 meses, vítima de estupro seguido de morte, afirmou que ainda não conseguiu enterrar a filha. 'Não caiu a ficha', declarou. O caso é investigado pela Polícia Civil, que já colheu depoimentos e aguarda laudos do IML para concluir o inquérito. A suspeita inicial recai sobre um familiar próximo.

A declaração do pai

Em entrevista à imprensa local, o pai da criança disse que não teve forças para organizar o velório e o sepultamento. 'A ficha não caiu. Ainda parece que ela vai voltar', afirmou. A fala, marcada pela dor e pelo choque, expõe o estado de luto que ainda não se consumou.

O crime

A bebê deu entrada em uma unidade de pronto-atendimento na noite de segunda-feira (23) com sinais de violência sexual. A equipe médica constatou lesões compatíveis com abuso e acionou a polícia. A criança não resistiu e morreu na madrugada de terça-feira (24).

A investigação

A Polícia Civil instaurou inquérito para apurar estupro de vulnerável seguido de morte. Segundo apuração de bastidor, o principal suspeito é um tio da vítima, de 19 anos, que teria ficado sozinho com a criança por algumas horas. Ele foi ouvido e liberado, mas segue como investigado. O delegado responsável aguarda laudos do Instituto Médico Legal (IML) para confirmar a autoria.

Checado por mais de uma fonte nos corredores da delegacia, o movimento inicial da polícia foi de isolamento da cena do crime e coleta de material genético. A perícia também analisa imagens de câmeras de segurança da residência.

Repercussão na comunidade

A cidade de aproximadamente 50 mil habitantes, na região metropolitana de São Paulo, está em choque. Vizinhos e familiares organizaram uma corrente de oração. A prefeitura, por meio da Secretaria de Assistência Social, ofereceu apoio psicológico à família.

O que diz a lei

O estupro de vulnerável, tipificado no artigo 217-A do Código Penal, prevê pena de 8 a 15 anos de reclusão. Se seguido de morte, a pena pode ser aumentada em até metade. O crime é considerado hediondo, sem possibilidade de fiança ou liberdade provisória.

Próximos passos

A Polícia Civil deve concluir o inquérito em até 30 dias, prazo que pode ser prorrogado. O Ministério Público analisará as provas e, se houver indícios suficientes, oferecerá denúncia à Justiça. O suspeito pode ser preso preventivamente a qualquer momento, se o juiz entender que há risco de fuga ou de influência sobre testemunhas.

Perguntas Frequentes

O pai conseguiu enterrar a filha?

Até a última atualização desta reportagem, o pai não havia realizado o sepultamento. Ele afirmou que 'não caiu a ficha' e que ainda não teve forças.

Quem é o principal suspeito?

Segundo apuração da Polícia Civil, o principal suspeito é um tio da vítima, de 19 anos. Ele foi ouvido e liberado, mas segue como investigado.

Qual a pena para estupro de vulnerável seguido de morte?

A pena prevista é de 8 a 15 anos de reclusão, podendo ser aumentada em até metade se o crime resultar em morte. O crime é hediondo.

O que a perícia vai analisar?

O IML realiza exames de corpo de delito e coleta de material genético. A polícia também analisa imagens de câmeras de segurança e depoimentos.

A família recebeu apoio?

Sim. A prefeitura, por meio da Secretaria de Assistência Social, ofereceu apoio psicológico. Vizinhos e familiares organizaram corrente de oração.

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