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Legado de Preta Gil segue vivo nas telonas 1 ano após sua morte

ResumoO documentário "Quanto Mais Preta, Melhor" e uma série inédita celebram o legado de Preta Gil um ano após a morte da artista. A produção homenageia a cantora, que faleceu após luta contra câncer no intestino, com depoimentos de familiares, amigos e artistas como Ivete Sangalo e Regina Casé.

Um ano após a morte de Preta Gil, seu legado ganha as telonas com o documentário "Quanto Mais Preta, Melhor" e a série inédita. A artista, que lutou contra um câncer no intestino, será homenageada por familiares, amigos e nomes como Ivete Sangalo e Regina Casé. Entenda os detalhe

Otávio Mancini
Otávio Mancini Repórter de Política e Bastidores · 20 de julho de 2026 · 4 min de leitura
Legado de Preta Gil segue vivo nas telonas 1 ano após sua morte

Legado de Preta Gil segue vivo nas telonas 1 ano após sua morte

O legado de Preta Gil segue vivo nas telonas exatamente um ano após sua morte, que completa um ciclo nesta segunda-feira (20). A cantora, que faleceu em meados de julho passado após lutar por meses contra um câncer no intestino, ganha um projeto documental que mescla um filme e uma série de quatro episódios. A estreia está marcada para a mesma data de sua partida, em 2025, celebrando a história de uma das grandes personalidades musicais do país. O velório de Preta, ocorrido no ano passado, causou grande impacto, e desde então fãs, amigos e familiares têm relembrado sua trajetória nas redes sociais.

Documentário "Quanto Mais Preta, Melhor" celebra trajetória

O projeto documental "Quanto Mais Preta, Melhor" é o principal tributo à artista, combinando um filme e uma série de quatro episódios. A produção foi marcada para estrear exatamente um ano depois da partida da cantora, em meados de julho. A obra celebra a vida e a história de Preta, desde sua infância no Rio de Janeiro até sua consolidação como ativista social e figura pública.

Participações confirmadas no projeto

Entre as participações confirmadas no documentário estão nomes de peso da cultura brasileira: Carolina Dieckmann, Ivete Sangalo, Regina Casé, Gominho, Ana Carolina, Francisco (filho de Preta), Sol (neta) e Gilberto Gil (pai). As obras reforçam que, mesmo após sua morte, Preta Gil continuou impactando a comunidade artística do Brasil e se manteve presente pela memória de artistas, fãs e familiares próximos a ela.

Documentário "Preta - Eu Não Ando Só" traz registros íntimos

Além da estreia principal, ainda será disponibilizado o documentário "Preta - Eu Não Ando Só", idealizado a partir de um pedido de Preta em 2023. A produção trará um registro real, sem filtros, feito por ela mesma e por todos aqueles que a cercavam. A obra é um retrato íntimo da artista, capturando momentos pessoais e profissionais ao longo de sua batalha contra o câncer.

A trajetória musical e artística de Preta Gil

Ao longo das décadas, a trajetória de Preta foi marcada por seis álbuns de estúdio e ao vivo: "Prêt-à Porter" (2003), "Preta" (2005), "Noite Preta ao Vivo" (2010), "Sou como Sou" (2012), "Bloco da Preta" (2014) e "Todas as Cores" (2017). Além da música, ela idealizou e tirou do papel seu próprio bloquinho de carnaval, o Bloco da Preta, que nasceu em 2010 e anualmente levava milhares de pessoas às ruas do Rio de Janeiro.

Atuação na TV e na publicidade

Preta ainda se arriscou no universo da televisão, ao atuar como Helga na novela "Os Mutantes: Caminhos do Coração". No campo da publicidade, trabalhou com a agência Mynd. Sua versatilidade a consolidou como uma artista multifacetada, que ia além dos palcos.

Ativismo social e pautas levantadas por Preta

Embora tenha dado o pontapé inicial em sua carreira seguindo os passos do pai, Gilberto Gil, a artista se consolidou como ativista social. Recorrentemente, levantava pautas envolvendo a luta feminista e abrangendo movimentos contra opressões sociais como gordofobia, racismo e em defesa dos direitos LGBT+. Sua voz pública era tão marcante quanto sua presença nos palcos.

A batalha contra o câncer e o diagnóstico

Em janeiro de 2023, Preta foi diagnosticada com um câncer no intestino. Sempre otimista, a cantora compartilhava abertamente, nas redes e em entrevistas à imprensa, seus desafios na batalha contra a doença. No mesmo ano, ela chegou a viajar para os Estados Unidos para dar seguimento ao tratamento. A luta pública e transparente inspirou muitos fãs e trouxe visibilidade para a doença.

A família de Preta: Gilberto Gil, Francisco e Sol

Após partir prematuramente, Preta deixou o pai, Gilberto Gil (84), o filho Francisco e a neta, Sol. Natural do Rio de Janeiro, Preta nasceu em 8 de agosto de 1974. Por meio de uma publicação no X, antigo Twitter, Gilberto Gil compartilhou que teve uma pequena discussão no cartório ao registrar o nome da filha do meio, fruto de sua relação com Sandra Gadelha. A relação com a família sempre foi um pilar em sua vida.

Perguntas Frequentes

Quando estreia o documentário "Quanto Mais Preta, Melhor"?

A estreia está marcada para exatamente um ano após a morte da cantora, em meados de julho de 2025, celebrando sua vida e história.

Quem participa do documentário sobre Preta Gil?

Entre as participações confirmadas estão Carolina Dieckmann, Ivete Sangalo, Regina Casé, Gominho, Ana Carolina, Francisco (filho), Sol (neta) e Gilberto Gil (pai).

O que é o documentário "Preta - Eu Não Ando Só"?

É um projeto idealizado a partir de um pedido de Preta em 2023, com registros reais e sem filtros feitos por ela e por pessoas próximas.

Quantos álbuns Preta Gil lançou?

Preta lançou seis álbuns ao longo da carreira: "Prêt-à Porter" (2003), "Preta" (2005), "Noite Preta ao Vivo" (2010), "Sou como Sou" (2012), "Bloco da Preta" (2014) e "Todas as Cores" (2017).

Qual foi a causa da morte de Preta Gil?

A cantora faleceu após lutar por meses contra um câncer no intestino, diagnosticado em janeiro de 2023.

Quais pautas sociais Preta Gil defendia?

Preta era ativista social, levantando pautas feministas, contra gordofobia, racismo e em defesa dos direitos LGBT+.

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