CapaCidade
Cidade

Motorista que atropelou e matou casal em SP tem prisão preventiva

ResumoGiuliano Franco Fontes, motorista de 24 anos, teve a prisão em flagrante convertida em preventiva nesta segunda-feira (3) após atropelar e matar um casal na Vila Matilde, zona leste de São Paulo. A decisão judicial mantém Fontes detido durante as investigações do acidente que vitimou duas pessoas.

O motorista Giuliano Franco Fontes, de 24 anos, que atropelou e matou um casal na Vila Matilde, zona leste de São Paulo, teve a prisão em flagrante convertida em preventiva nesta segunda-feira (3).

Nayara Couto
Nayara Couto Editora de Comportamento e Saúde · 03 de agosto de 2026 · 4 min de leitura
Motorista que atropelou e matou casal em SP tem prisão preventiva

Motorista que atropelou e matou casal em SP tem prisão preventiva

O motorista Giuliano Franco Fontes, de 24 anos, que atropelou e matou um casal na Vila Matilde, na zona leste de São Paulo, teve a prisão em flagrante convertida em preventiva. A decisão foi tomada em audiência de custódia nesta segunda-feira (3), conforme informou o TJSP (Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo) à CNN Brasil.

O acidente aconteceu na madrugada de segunda-feira (3), por volta das 1h20, no Viaduto Dona Matilde. Maria Saraiva, de 58 anos, e Nilson Batista, de 56 anos, caminhavam na calçada quando foram atingidos de frente por Giuliano, que dirigia um Chevrolet Onix branco. Com a batida, a mulher foi arremessada de cima do viaduto, de uma altura de cerca de seis metros.

O que é a prisão preventiva e o que muda no caso

A prisão preventiva é uma medida cautelar que pode ser decretada para garantir a ordem pública, a conveniência da instrução criminal ou assegurar a aplicação da lei penal. No caso de Giuliano, o TJSP decidiu converter a prisão em flagrante para preventiva, o que significa que ele permanece detido enquanto o processo segue.

A defesa de Giuliano ainda não se manifestou publicamente. A CNN Brasil tenta contato com a defesa para um posicionamento. A Polícia Civil investiga o caso, registrado como homicídio no 31º DP (Vila Carrão).

O que as imagens da CET mostram

Uma câmera da CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) registrou parte do atropelamento. As imagens mostram Nilson Batista, de 56 anos, deslizando na pista após o impacto e o carro de Giuliano atravessando as faixas até o lado contrário da via.

O delegado responsável pela ocorrência afirmou que o condutor "trafegava em velocidade incompatível com a via", conforme o relato de uma testemunha e as marcas de frenagem encontradas no local.

Os sinais de embriaguez e a recusa ao teste

Segundo a polícia, Giuliano apresentava sinais claros de embriaguez: fala pastosa, dificuldade de andar e odor etílico. Ele negou ter ingerido bebida alcoólica e se recusou a fazer o teste do etilômetro.

Uma testemunha relatou à polícia que o jovem estava bastante confuso após o atropelamento, com falas desconexas, enroladas e arrastadas. Posteriormente, um exame pericial do IML (Instituto Médico-Legal) confirmou que ele estava embriagado.

Além disso, o motorista dirigia com a CNH (Carteira Nacional de Habilitação) vencida.

O que diz a Secretaria de Segurança Pública

A SSP (Secretaria de Segurança Pública) divulgou nota oficial sobre o caso. Segundo o texto, um homem de 24 anos foi preso em flagrante por homicídio após atropelar e matar o casal na Rua Joaquim Marra, no bairro Vila Matilde, zona leste da capital.

Policiais militares foram acionados e encontraram o suspeito dentro do veículo. Segundo as informações apuradas, ele dirigia em alta velocidade quando perdeu o controle da direção e atingiu as vítimas, que atravessavam a via. A mulher morreu no local. O homem chegou a ser socorrido, mas também não resistiu aos ferimentos.

O motorista se recusou a realizar o teste do bafômetro, mas apresentava sinais de embriaguez. Ele foi submetido a exame clínico no IML, que constatou a ingestão de álcool. A perícia foi acionada, e o autor encaminhado ao 31º Distrito Policial (Vila Carrão), onde o caso foi registrado como homicídio e permaneceu à disposição da Justiça.

O socorro e o desfecho trágico

O casal foi socorrido e encaminhado ao Hospital Tatuapé em estado gravíssimo, mas não resistiu. A mulher foi arremessada de cima do viaduto, de uma altura de cerca de seis metros, e morreu no local. O homem chegou a ser socorrido, mas também não resistiu aos ferimentos.

O que esperar da investigação

A Polícia Civil investiga o caso, registrado como homicídio no 31º DP (Vila Carrão). O motorista permanece à disposição da Justiça. A CNN Brasil tenta contato com a defesa de Giuliano para um posicionamento.

Perguntas Frequentes

O que é prisão preventiva?

A prisão preventiva é uma medida cautelar que mantém o suspeito detido durante a investigação e o processo, para garantir a ordem pública, a conveniência da instrução criminal ou assegurar a aplicação da lei penal.

O motorista foi preso em flagrante ou preventiva?

Ele foi preso em flagrante no momento do acidente e, após a audiência de custódia, o TJSP converteu a prisão para preventiva, ou seja, ele permanece detido.

Quais eram os sinais de embriaguez apresentados?

Segundo a polícia, o motorista apresentava fala pastosa, dificuldade de andar e odor etílico. Ele se recusou a fazer o teste do etilômetro, mas o exame pericial do IML confirmou a ingestão de álcool.

Onde o caso foi registrado?

O caso foi registrado como homicídio no 31º Distrito Policial (Vila Carrão), na zona leste de São Paulo.

O que aconteceu com o casal?

Maria Saraiva, de 58 anos, e Nilson Batista, de 56 anos, foram atingidos na calçada do Viaduto Dona Matilde. A mulher foi arremessada de cima do viaduto e morreu no local. O homem chegou a ser socorrido ao Hospital Tatuapé, mas também não resistiu.

// Leia também

Publicidade