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Homem visto com sangue nas mãos em hospital do Paraná é condenado por assassinato de ex-companheira

ResumoAdiel Lucas da Costa foi condenado a 52 anos e seis meses de prisão pelo feminicídio de Luana Ferreira Silazi, ex-companheira, em Jaguapitã, no Norte do Paraná. O réu foi visto com as mãos sujas de sangue no hospital da cidade após o crime.

Adiel Lucas da Costa foi condenado a 52 anos e seis meses de prisão pelo feminicídio de Luana Ferreira Silazi, ex-companheira. O crime ocorreu em Jaguapitã, no Norte do Paraná, e o réu foi visto com as mãos sujas de sangue no hospital da cidade.

Pedro Henrique Salles
Pedro Henrique Salles Repórter de Trânsito e Infraestrutura · 22 de julho de 2026 · 2 min de leitura
Homem visto com sangue nas mãos em hospital do Paraná é condenado por assassinato de ex-companheira

Um desfecho que a família de Luana Ferreira Silazi esperava desde abril. Adiel Lucas da Costa foi condenado a 52 anos e seis meses de prisão pelo feminicídio da ex-companheira. O júri popular ocorreu em Jaguapitã, cidade do Norte do Paraná onde o crime aconteceu.

O crime e a cena no hospital

Na manhã de 13 de abril de 2025, Luana seguia para a igreja com a mãe e os dois filhos para a celebração de Domingo de Ramos. Adiel a abordou e a matou a facadas. Depois, foi ao hospital do município com as mãos sujas de sangue e confessou o crime.

O julgamento e a pena

O Conselho de Sentença acolheu integralmente as teses do Ministério Público do Paraná (MP-PR). A pena foi majorada por três agravantes: o crime foi cometido na presença dos filhos do casal; Luana era responsável por duas crianças; e Adiel descumpriu uma medida protetiva, expedida três dias antes do assassinato.

O júri reconheceu que o crime foi motivado por razões da condição do sexo feminino, por motivo torpe, não aceitar o término do relacionamento e o sentimento de posse, e mediante recurso que dificultou a defesa da vítima.

Reparação aos filhos

A sentença também determina que Adiel pague o valor mínimo de R$ 300 mil aos filhos, a título de reparação por danos morais.

Defesa e prisão

A defesa de Adiel informou ao g1 que não irá se manifestar sobre o caso "em respeito aos familiares da vítima e da família do acusado". O homem estava preso preventivamente desde a data do crime e permanecerá na mesma unidade prisional.

O que muda para quem acompanha o caso

A condenação de 52 anos e meio mostra que o sistema de Justiça, quando age rápido, pode responder à altura. Para o morador de Jaguapitã e região, o caso serve como alerta: medida protetiva não é papel, e o descumprimento dela, como ocorreu aqui, pode custar uma vida.

Perguntas Frequentes

Quem foi condenado pelo feminicídio em Jaguapitã?

Adiel Lucas da Costa foi condenado a 52 anos e seis meses de prisão.

Qual foi a pena aplicada?

52 anos e seis meses de reclusão, além do pagamento de R$ 300 mil de reparação aos filhos da vítima.

O crime aconteceu quando?

Na manhã de 13 de abril de 2025, enquanto a vítima e a família iam à igreja.

O réu confessou o crime?

Sim. Ele foi ao hospital com as mãos sujas de sangue e confessou.

A defesa se pronunciou?

A defesa informou ao g1 que não se manifestaria "em respeito aos familiares da vítima e da família do acusado".

O que o MP-PR fez no caso?

O Ministério Público do Paraná apresentou as teses acolhidas integralmente pelo Conselho de Sentença.

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