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MP denuncia homem que matou nutricionista e pede R$ 100 mil em indenização

ResumoO Ministério Público de São Paulo (MPSP) denunciou o empresário Murilo Rabello Abite, de 26 anos, pela morte da nutricionista Daniella Rooth, de 25, no Guarujá. A acusação pede R$ 100 mil em indenização e aponta negligência e embriaguez ao volante como causas do homicídio.

O MPSP denunciou o empresário Murilo Rabello Abite, de 26 anos, pela morte da nutricionista Daniella Rooth, de 25, no Guarujá. A acusação pede R$ 100 mil de indenização e aponta negligência e embriaguez ao volante.

Raíssa Vasconcelos
Raíssa Vasconcelos Repórter de Cultura e Eventos Regionais · 22 de julho de 2026 · 3 min de leitura
MP denuncia homem que matou nutricionista e pede R$ 100 mil em indenização

MP denuncia homem que matou nutricionista e pede R$ 100 mil em indenização

O MPSP denunciou o empresário Murilo Rabello Abite, de 26 anos, motorista que causou o acidente responsável pela morte da nutricionista Daniella Rooth, de 25 anos, no Guarujá, litoral de São Paulo, nesse domingo (19). Na acusação, o órgão aponta a prática de homicídio e lesão corporal culposos na direção de veículo e solicita o pagamento de uma indenização mínima de R$ 100 mil aos herdeiros da vítima.

O MPSP denunciou o empresário Murilo Rabello Abite, de 26 anos, por homicídio e lesão corporal culposos após acidente que matou a nutricionista Daniella Rooth, de 25, no Guarujá. O órgão pede indenização mínima de R$ 100 mil aos herdeiros e três salários mínimos à vítima sobrevivente.

Fui atrás dos detalhes desse caso que chocou a região. De acordo com as investigações, Murilo retornava de uma confraternização na cidade de Santos, onde admitiu à Polícia Civil ter consumido bebida alcoólica antes de assumir a direção com quatro passageiros. Segundo o próprio condutor, ele perdeu o controle do veículo e colidiu contra um poste de iluminação pública após passar por um buraco na via.

O acidente no Guarujá e a vítima

Daniella, que estava no banco traseiro e havia pedido carona por morar perto do motorista, não utilizava cinto de segurança no momento do impacto. Ela sofreu um traumatismo cranioencefálico grave associado a choque hemorrágico, chegou a ser socorrida, mas não resistiu aos ferimentos. Outra passageira sofreu escoriações leves.

O MPSP argumenta que o motorista agiu com negligência e imprudência ao conduzir o carro sob influência de álcool e ao permitir que os ocupantes viajassem sem o cinto. Além da indenização à família da nutricionista, a promotoria também requereu o pagamento de pelo menos três salários mínimos à vítima sobrevivente.

Como a embriaguez foi comprovada

Após o acidente, policiais constataram que Murilo apresentava sinais de embriaguez. Embora ele tenha se recusado a realizar o teste do bafômetro, um exame clínico do IML (Instituto Médico Legal) atestou a presença de hálito etílico acentuado, atenção dispersa e outros indicativos de consumo de álcool, resultando em sua prisão em flagrante.

O que acontece agora com o motorista

Apesar da prisão inicial, o Tribunal de Justiça concedeu o benefício da liberdade provisória a Murilo. Para responder ao processo em liberdade, a Justiça determinou o cumprimento de medidas cautelares pelo prazo de 180 dias, que incluem o pagamento de fiança estipulada em cinco salários mínimos e a suspensão da habilitação para dirigir.

A CNN Brasil procurou a defesa de Murilo e aguarda retorno. O espaço segue aberto.

Perguntas Frequentes

Quem é o motorista denunciado pelo MPSP?

O empresário Murilo Rabello Abite, de 26 anos, foi denunciado por homicídio e lesão corporal culposos na direção de veículo.

Qual o valor da indenização pedida pelo MP?

O MPSP solicita indenização mínima de R$ 100 mil aos herdeiros da vítima e três salários mínimos à passageira sobrevivente.

O motorista foi preso?

Ele foi preso em flagrante, mas o Tribunal de Justiça concedeu liberdade provisória, com medidas cautelares por 180 dias, incluindo fiança de cinco salários mínimos e suspensão da habilitação.

Como foi comprovada a embriaguez?

Murilo se recusou ao bafômetro, mas exame clínico do IML atestou hálito etílico acentuado e atenção dispersa.

O que diz a defesa de Murilo?

A CNN Brasil procurou a defesa e aguarda retorno. O espaço segue aberto para manifestação.

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