FBI apreende smartphone do presidente da AFA em Nova Iorque
O FBI apreendeu o smartphone do presidente da AFA, Claudio "Chiqui" Tapia, em Nova Iorque. A ação, na última segunda-feira, 20, também mirou o tesoureiro Pablo Toviggino e empresários. A investigação apura suposta fraude e desvio de US$ 300 milhões via empresas fictícias. A AFA n
O FBI apreendeu o smartphone do presidente da AFA, Claudio "Chiqui" Tapia, em Nova Iorque. A ação, na última segunda-feira, 20, também mirou o tesoureiro Pablo Toviggino e os empresários Diego Lucero e Javier Faroni. A investigação apura suposta fraude e desvio de US$ 300 milhões via empresas fictícias. A AFA nega envolvimento de Tapia.
Como foi a operação do FBI em Nova Iorque
O Departamento Federal de Investigação dos Estados Unidos, o FBI, realizou uma operação em Nova York. O alvo principal foi o telefone celular de Claudio "Chiqui" Tapia, presidente da Associação do Futebol Argentino (AFA). A ação aconteceu na última segunda-feira, dia 20, momentos antes do retorno da seleção argentina para Buenos Aires, após a conclusão da Copa do Mundo. Além de Tapia, o tesoureiro da AFA, Pablo Toviggino, e os empresários Diego Lucero e Javier Faroni também foram alvos da varredura.
O que diz a investigação sobre a AFA
Informações divulgadas pelos portais Infobae, As e Clarín indicam que as autoridades americanas estão investigando o grupo por suposta fraude e peculato. As investigações levaram a Justiça a intimar os dirigentes a comparecerem ao Tribunal Distrital da Flórida no dia 30 de julho. A principal acusação envolve um suposto desvio financeiro estimado em US$ 300 milhões, o que equivale a aproximadamente R$ 1,6 bilhão. O objetivo desse desvio seria ocultar recursos através da criação de empresas fictícias.
O papel da TourProdEnter na investigação
O foco principal das investigações norte-americanas está na TourProdEnter, uma corporação com sede no estado da Flórida. De acordo com as autoridades locais, essa empresa, criada originalmente pelo empresário Javier Faroni, é considerada o principal mecanismo utilizado para lavagem de dinheiro e desvio de receitas provenientes dos contratos de patrocínio da AFA.
A posição oficial da AFA após a apreensão
A repercussão gerou forte instabilidade na AFA, que se pronunciou publicamente por meio de uma nota oficial. A AFA divulgou um comunicado no qual desmente veementemente qualquer envolvimento direto de seu presidente na apreensão dos aparelhos eletrônicos. A federação classifica como absolutamente falsa a informação que menciona a retenção dos pertences de Claudio "Chiqui" Tapia. Além disso, a associação afirmou que tanto o presidente quanto o tesoureiro Pablo Toviggino não receberam nenhuma intimação judicial para depor na Flórida, esclarecendo que a ordem das autoridades americanas teria como alvo apenas uma terceira pessoa. A AFA também mencionou que está disposta a colaborar com as investigações e que a verdade será buscada de forma rigorosa, reafirmando seu compromisso com a transparência e a integridade no futebol argentino.
O que esperar dos próximos capítulos
A situação envolvendo Claudio "Chiqui" Tapia e a AFA continua a se desdobrar. A investigação do FBI representa um desafio significativo para a gestão do futebol argentino. Os desdobramentos futuros podem impactar não apenas a AFA, mas também o cenário esportivo do país. investigação FBI futebol
Perguntas Frequentes
Quem teve o smartphone apreendido pelo FBI?
O smartphone do presidente da AFA, Claudio "Chiqui" Tapia, foi apreendido pelo FBI em Nova Iorque.
Quando ocorreu a apreensão do celular de Claudio Tapia?
A ação ocorreu na última segunda-feira, dia 20, momentos antes do retorno da seleção argentina para Buenos Aires.
Qual é o valor do suposto desvio investigado?
A investigação apura um suposto desvio financeiro estimado em US$ 300 milhões, cerca de R$ 1,6 bilhão.
O que a AFA disse sobre a apreensão?
A AFA divulgou nota oficial desmentindo o envolvimento direto de seu presidente e afirmando que Tapia não recebeu intimação judicial.
Qual empresa é o foco da investigação do FBI?
O foco principal é a TourProdEnter, corporação com sede na Flórida, considerada mecanismo de lavagem de dinheiro.