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Defensoria aciona Prefeitura por crise nas UTIs do Hospital da Criança de São Luís

ResumoA Defensoria Pública do Maranhão ajuizou Ação Civil Pública contra a Prefeitura de São Luís e o IBMED para regularizar as UTIs pediátricas do Hospital da Criança. A ação sustenta que a terceirização não exime o município da responsabilidade de administrar e fiscalizar o serviço, visando garantir o direito à saúde infantil.

A Defensoria Pública ajuizou uma Ação Civil Pública contra a Prefeitura de São Luís e o IBMED para regularizar as UTIs pediátricas do Hospital da Criança. A DPE sustenta que a terceirização não retira do município a responsabilidade de administrar e fiscalizar o serviço. A ação p

Otávio Mancini
Otávio Mancini Repórter de Política e Bastidores · 23 de julho de 2026 · 2 min de leitura
Defensoria aciona Prefeitura por crise nas UTIs do Hospital da Criança de São Luís

A Defensoria Pública ajuizou uma Ação Civil Pública contra a Prefeitura de São Luís e o IBMED para regularizar as UTIs pediátricas do Hospital da Criança. A DPE sustenta que a terceirização não retira do município a responsabilidade de administrar e fiscalizar o serviço. A ação pede audiência em 24 horas e plano emergencial em 72 horas.

O que motivou a ação da Defensoria

A crise nas UTIs do Hospital da Criança de São Luís levou a Defensoria Pública estadual a recorrer ao Judiciário. A DPE entende que, mesmo com a gestão terceirizada pelo IBMED, a Prefeitura de São Luís mantém o dever de administrar e fiscalizar o serviço prestado à população.

Os pedidos da Ação Civil Pública

A Ação Civil Pública protocolada pela Defensoria contém dois pedidos principais. O primeiro é a realização de uma audiência de conciliação em até 24 horas. O segundo é a apresentação de um plano emergencial para regularizar o atendimento nas UTIs pediátricas no prazo de 72 horas.

A responsabilidade do município na terceirização

A DPE sustenta que a terceirização não retira do município a responsabilidade de administrar e fiscalizar o serviço. Essa é a tese central da ação: o poder público não pode se eximir de suas obrigações ao delegar a gestão a uma entidade privada.

Próximos passos no tabuleiro jurídico

A ação foi ajuizada, mas ainda depende da manifestação da Justiça sobre os prazos solicitados. O desfecho deve ser acompanhado de perto por quem atua na área da saúde pública em São Luís. A decisão se fecha no corredor do fórum.

Perguntas Frequentes

Quem ajuizou a ação?

A Defensoria Pública estadual.

Contra quem a ação foi movida?

Contra a Prefeitura de São Luís e o IBMED.

Qual o prazo para a audiência?

A ação pede audiência em 24 horas.

Qual o prazo para o plano emergencial?

O plano emergencial deve ser apresentado em 72 horas.

O que a DPE argumenta?

A DPE sustenta que a terceirização não retira do município a responsabilidade de administrar e fiscalizar o serviço.

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