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Flávio Bolsonaro acena a mulheres e critica Lula no rádio

ResumoFlávio Bolsonaro (PL) iniciou a propaganda eleitoral no rádio com acenos ao eleitorado feminino e críticas diretas ao governo Lula. O candidato definiu o combate ao crime e à inflação como prioridades centrais da campanha. A mensagem busca ampliar a base eleitoral entre mulheres e contrastar propostas com a gestão federal atual.

Na estreia da propaganda eleitoral no rádio, Flávio Bolsonaro (PL) acenou ao eleitorado feminino, criticou o governo Lula e colocou combate ao crime e à inflação como prioridades.

Pedro Henrique Salles
Pedro Henrique Salles Repórter de Trânsito e Infraestrutura · 29 de agosto de 2026 · 1 min de leitura
Flávio Bolsonaro acena a mulheres e critica Lula no rádio

O senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) usou a estreia na propaganda eleitoral no rádio, na manhã deste sábado (29), para acenar ao eleitorado feminino, criticar o governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e focar no combate ao crime e à inflação. O parlamentar opôs o que chamou de "Brasil do Lula" ao "Brasil real" e direcionou o discurso para o custo de vida e a segurança pública, temas centrais da campanha dele.

"Vou falar do Brasil, que vive dominado pelas facções criminosas. As pessoas nunca tiveram tanto medo, as empresas estão quebrando e as famílias, devendo. A caixa de chocolate, que vinha 20, agora vem 16. Até a pizza está tendo que parcelar", afirmou.

Flávio citou Jair Bolsonaro apenas uma vez, para dizer que "todo mundo conhece o ex-presidente", mas que sua mãe, a esposa e suas filhas também o moldaram e que são elas "que mandam na casa". "Ainda bem que é assim, porque o Brasil só vai vencer se mulheres forem mais fortes e vencerem cada vez mais", completou.

O senador também usou o horário eleitoral gratuito para exaltar a própria trajetória política, lembrando o mandato como deputado estadual aos 21 anos e a autoria do projeto que extingue as "saidinhas" de presidiários em datas comemorativas. Na estreia, o tom foi de confronto direto com o atual governo, com promessa de prioridade para segurança e controle de preços.

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