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Ex-ministra de Jair Bolsonaro recusa ser candidata a vice-presidente de Flávio Bolsonaro

ResumoA senadora Tereza Cristina (PP-MS) recusou o convite para compor a chapa de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) como candidata a vice-presidente. A informação foi confirmada pelo presidente do PL, Valdemar Costa Neto, após reunião realizada nesta terça-feira (21). A recusa altera o cenário da corrida eleitoral.

A senadora Tereza Cristina (PP-MS) recusou o convite para ser candidata a vice-presidente na chapa de Flávio Bolsonaro (PL-RJ). A informação foi confirmada pelo presidente do PL, Valdemar Costa Neto, após reunião nesta terça-feira (21). O movimento altera o tabuleiro da corrida p

Otávio Mancini
Otávio Mancini Repórter de Política e Bastidores · 21 de julho de 2026 · 4 min de leitura
Ex-ministra de Jair Bolsonaro recusa ser candidata a vice-presidente de Flávio Bolsonaro

Ex-ministra de Jair Bolsonaro recusa ser candidata a vice-presidente de Flávio Bolsonaro

O convite foi feito, mas a resposta foi não. A senadora Tereza Cristina (PP-MS) recusou ser candidata a vice-presidente na chapa do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). A informação foi confirmada pelo presidente do PL, Valdemar Costa Neto. O episódio, apurado por mais de uma fonte, expõe as dificuldades do pré-candidato em fechar uma aliança com o Centrão.

O que mudou na articulação?

Até a reunião desta terça-feira (21), o nome de Tereza Cristina circulava como o principal para compor a chapa de Flávio. A ex-ministra da Agricultura do governo Jair Bolsonaro era vista como ponte entre o PL e partidos do Centrão. A recusa, no entanto, reconfigura o cenário. Segundo interlocutores, Tereza avalia que a participação na campanha presidencial inviabilizaria sua candidatura à presidência do Senado Federal em 2027. A decisão se fecha no corredor: ela prefere disputar o comando da Casa do que arriscar o capital político em uma chapa que ainda busca sustentação.

Por que Tereza Cristina disse não?

A senadora sinalizou a Valdemar Costa Neto que seu projeto pessoal é outro. Em vez de vice-presidente, ela quer presidir o Senado em 2027. A avaliação interna é que, ao embarcar na campanha de Flávio, ela ficaria exposta a desgastes que poderiam comprometer a articulação entre os pares. A recusa não é pessoal, segundo fontes, mas estratégica. Tereza prefere manter o foco no Legislativo, onde já construiu influência.

O tabuleiro da vice-presidência após a recusa

Flávio Bolsonaro busca uma candidata a vice em um dos partidos do Centrão: União Brasil, Progressistas ou Republicanos. Até agora, a tarefa não teve sucesso. Diante da recusa de Tereza Cristina, seguem cotadas para ocupar a vaga como representantes do PP as deputadas federais Simone Marchetto (PP-SP) e Clarissa Tercio (PP-PE). O nome será definido nos próximos dias, com a convenção marcada para sábado (25), em São Paulo.

O papel de Valdemar Costa Neto

O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, é quem conduz as negociações. Foi ele quem confirmou a recusa de Tereza. A reunião entre os dois nesta terça-feira (21) foi o palco da negativa. Valdemar agora tenta costurar uma coligação com a federação formada por PP e União Brasil ou com o Republicanos. A articulação, segundo o coordenador da campanha, senador Rogério Marinho (PL-RN), vai até o último minuto.

O que diz Rogério Marinho

O coordenador da campanha, senador Rogério Marinho (PL-RN), afirmou que o partido vai tentar uma coligação até o último minuto. O alvo são os partidos do Centrão, especialmente a federação PP-União Brasil ou o Republicanos. Marinho não descarta novos nomes para a vice, mas reconhece que o tempo é curto. A convenção de sábado (25) é o prazo final para o anúncio.

O projeto de Tereza Cristina para 2027

A senadora do PP já deixou claro que seu foco é a presidência do Senado Federal em 2027. A avaliação de interlocutores é que a participação na campanha presidencial poderia inviabilizar essa candidatura. Tereza prefere não se vincular a uma chapa que ainda não tem coligação fechada. O movimento é lido como uma aposta no fortalecimento institucional, em vez de exposição eleitoral.

Os próximos passos da chapa de Flávio Bolsonaro

A convenção para confirmar Flávio como candidato à Presidência da República está marcada para sábado (25), em São Paulo. Até lá, o PL tenta fechar a vice. As deputadas Simone Marchetto e Clarissa Tercio, ambas do PP, seguem como opções. A decisão, no entanto, depende de negociações com Valdemar Costa Neto e a cúpula do Centrão. O tempo corre contra o relógio da convenção.

Perguntas Frequentes

Tereza Cristina aceitou ser vice de Flávio Bolsonaro?

Não. A senadora recusou o convite, segundo Valdemar Costa Neto, presidente do PL.

Por que Tereza Cristina recusou o convite?

Ela sinalizou que seu projeto é se candidatar à presidência do Senado Federal em 2027. Interlocutores avaliam que a campanha presidencial inviabilizaria essa candidatura.

Quem são as cotadas para vice agora?

As deputadas federais Simone Marchetto (PP-SP) e Clarissa Tercio (PP-PE) seguem como opções para representar o PP na chapa.

Quando será a convenção do PL?

A convenção para confirmar Flávio Bolsonaro como candidato está marcada para sábado (25), em São Paulo.

O PL vai tentar coligação com quem?

Segundo o coordenador da campanha, Rogério Marinho, o partido vai tentar coligação com a federação PP-União Brasil ou com o Republicanos até o último minuto.

articulação política para eleições 2026 bastidores da candidatura de Flávio Bolsonaro

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