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Entenda o 'banho de óleo', ritual em escolas de aviação que ocorreu antes de morte de aluno no Paraná

ResumoO 'banho de óleo' é um ritual tradicional em escolas de aviação brasileiras, consistindo em banhar alunos com óleo queimado de motor. A prática voltou a ser discutida após a morte do engenheiro Gustavo Henrique Lara, de 27 anos, em Ponta Grossa (PR), que sofreu grave reação alérgica durante a cerimônia.

O 'banho de óleo' é um ritual tradicional em escolas de aviação no Brasil, que voltou ao centro das atenções após a morte do engenheiro Gustavo Henrique Lara, de 27 anos, em Ponta Grossa, no Paraná. A vítima sofreu uma grave reação alérgica após participar da cerimônia.

Otávio Mancini
Otávio Mancini Repórter de Política e Bastidores · 19 de julho de 2026 · 2 min de leitura
Entenda o 'banho de óleo', ritual em escolas de aviação que ocorreu antes de morte de aluno no Paraná

Entenda o que é o 'banho de óleo', ritual em escolas de aviação que ocorreu antes de morte de aluno no Paraná

O 'banho de óleo' é um ritual tradicional em escolas de aviação no Brasil, usado para celebrar marcos importantes na formação de pilotos, como o primeiro voo solo. A prática voltou ao centro das atenções após a morte do engenheiro Gustavo Henrique Lara, de 27 anos, em Ponta Grossa, no Paraná. Segundo a Polícia Civil, Gustavo recebeu um banho com óleo usado em motores de aeronaves após concluir uma etapa da formação. O aluno passou mal logo em seguida, sofreu uma reação anafilática, a forma mais grave de reação alérgica, e morreu no hospital. O caso é investigado.

O que é o 'banho de óleo'?

Ao g1, Andrea Bon, ex-comissária de bordo por 12 anos e proprietária da escola de aviação civil TO FLY, explica que a tradição funciona como um 'batismo' na carreira de piloto. A prática é comum em diversas escolas de aviação no Brasil, embora não haja registro oficial de sua origem.

Como funciona o ritual?

O ritual consiste em banhar o aluno com óleo usado em motores de aeronaves, geralmente após a conclusão de marcos como o primeiro voo solo. A cerimônia é simbólica, marcando a transição do estudante para uma nova fase na formação.

O caso no Paraná

Em Ponta Grossa, no Paraná, o engenheiro Gustavo Henrique Lara participou do ritual após concluir uma etapa da formação. Segundo a Polícia Civil, ele recebeu o banho de óleo e passou mal em seguida. A vítima sofreu uma reação anafilática, a forma mais grave de reação alérgica, e morreu no hospital. A polícia investiga o caso.

Riscos associados à prática

Embora o ritual seja tradicional, a exposição ao óleo usado em motores pode representar riscos, especialmente para pessoas com alergias ou sensibilidades. No caso de Gustavo, a reação foi fatal.

Próximos passos da investigação

A Polícia Civil do Paraná segue apurando as circunstâncias da morte. Até o momento, não há informações sobre possíveis responsabilizações ou medidas disciplinares contra a escola de aviação envolvida.

Perguntas Frequentes

O 'banho de óleo' é obrigatório em escolas de aviação?

Não. O ritual é uma tradição voluntária, não uma exigência curricular.

Quem pode participar do ritual?

Geralmente, alunos que concluíram marcos como o primeiro voo solo.

O óleo usado no ritual é perigoso?

O óleo usado em motores de aeronaves pode conter substâncias químicas que causam reações alérgicas em pessoas sensíveis.

O que diz a investigação sobre a morte de Gustavo?

A Polícia Civil investiga o caso, mas ainda não há conclusão sobre responsabilidades.

Como as escolas de aviação estão reagindo?

Algumas escolas reavaliam a prática, mas não há posicionamento oficial de associações do setor.

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