Corinthians paga multa e derruba primeiro transfer ban da Fifa
O Corinthians derrubou um dos quatro transfer bans ao pagar multa de 225 mil dólares (cerca de R$ 1,1 milhão) à Fifa. A punição envolvia débitos com Philadelphia Union, Midtjylland e New York City. Clube ainda tem duas sanções da Fifa e uma da CBF.
O Corinthians derrubou um dos quatro transfer bans na manhã desta sexta-feira (24). O Timão realizou o pagamento da multa de 225 mil dólares (cerca de R$ 1,1 milhão) para a Fifa e eliminou a punição.
O Corinthians pagou multa de 225 mil dólares (cerca de R$ 1,1 milhão) à Fifa e derrubou o primeiro transfer ban. A punição, aplicada em 21 de maio, impedia o clube de inscrever novos jogadores por três janelas de transferências. A dívida que gerou a sanção tem ligação direta com o descumprimento de pagamentos envolvendo o Philadelphia Union, a contratação de Charles junto ao Midtjylland e o empréstimo do atacante Talles Magno, do New York City.
Como o Corinthians derrubou o transfer ban da Fifa
O pagamento da multa de 225 mil dólares foi suficiente para eliminar a primeira restrição imposta pela Fifa. O valor, em reais, equivale a aproximadamente R$ 1,1 milhão. Com a quitação, o clube agora soma dois transfer bans aplicados pela Fifa e um pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Enquanto as sanções permanecerem em vigor, o Corinthians não poderá inscrever novos atletas.
Origem da primeira punição da Fifa
A primeira restrição da Fifa foi publicada em 21 de maio. A medida veio após o Philadelphia Union, dos Estados Unidos, cobrar valores em aberto pela transferência do volante José Martínez. A dívida é estimada em R$ 7,7 milhões, e a entidade determinou um transfer ban válido por três janelas de transferências.
Pendências com Midtjylland e New York City
A multa paga nesta sexta-feira também envolve débitos com o Midtjylland, da Dinamarca, pela contratação do volante Charles. A punição mais recente foi motivada por essa dívida, ampliando a sequência de restrições impostas ao clube por pendências financeiras. Além disso, o empréstimo do atacante Talles Magno, do New York City, também está entre os débitos que levaram à sanção.
Transfer ban da CBF
Além das punições internacionais, o Corinthians também recebeu um transfer ban da CBF no último dia 18. A sanção tem validade de seis meses e foi aplicada em razão do atraso no pagamento da quinta parcela de um acordo firmado na Câmara Nacional de Resolução de Disputas (CNRD). Com isso, o clube acumula três restrições totais: duas da Fifa e uma da CBF.
O que é um transfer ban e como afeta o Corinthians
Um transfer ban é uma sanção imposta por entidades como a Fifa ou a CBF que impede um clube de registrar novos jogadores. Enquanto a punição estiver vigente, o Corinthians não pode inscrever atletas contratados, o que compromete o planejamento do elenco para a temporada. As restrições só são suspensas após a quitação das dívidas ou o cumprimento de acordos.
Próximos passos do Corinthians
Com a derrubada do primeiro transfer ban, o Corinthians ainda precisa resolver as pendências que geraram as outras duas sanções da Fifa e a da CBF. A dívida com o Philadelphia Union, de R$ 7,7 milhões, segue em aberto e continua gerando restrições. O clube também precisa quitar os débitos com Midtjylland e New York City para eliminar as demais punições.
Perguntas Frequentes
O que é um transfer ban?
É uma punição da Fifa ou CBF que impede o clube de inscrever novos jogadores até que as dívidas sejam quitadas.
Quantos transfer bans o Corinthians tem agora?
O clube soma dois transfer bans da Fifa e um da CBF, totalizando três restrições.
Qual foi o valor da multa paga?
O Corinthians pagou 225 mil dólares, cerca de R$ 1,1 milhão, para derrubar o primeiro transfer ban.
Quais clubes estão envolvidos nas dívidas?
Philadelphia Union, Midtjylland e New York City são os clubes com pendências que geraram as sanções.
Quando a primeira punição foi aplicada?
A primeira restrição da Fifa foi publicada em 21 de maio.
O que motivou o transfer ban da CBF?
A CBF aplicou a sanção de seis meses pelo atraso no pagamento da quinta parcela de um acordo na CNRD.