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Copa do Mundo 2026: conheça as WAGs das seleções finalistas

ResumoA Copa do Mundo 2026 apresenta as WAGs (wives and girlfriends) das seleções finalistas como figuras públicas que conciliam carreira profissional, influência digital e suporte aos atletas. Cada perfil revela a vida pessoal e os bastidores dessas mulheres, destacando seu papel no cenário esportivo e midiático.

As WAGs (wives and girlfriends) das seleções finalistas da Copa do Mundo 2026 são figuras públicas que combinam carreira, influência digital e apoio aos atletas. Conheça os perfis de cada uma, dos bastidores à vida pessoal.

Nayara Couto
Nayara Couto Editora de Comportamento e Saúde · 17 de julho de 2026 · 5 min de leitura
Copa do Mundo 2026: conheça as WAGs das seleções finalistas

Copa do Mundo 2026: conheça as WAGs das seleções finalistas

Quando a bola para, os holofotes se voltam para as arquibancadas. As WAGs, sigla em inglês para "wives and girlfriends" (esposas e namoradas), dos jogadores das seleções finalistas da Copa do Mundo 2026 ganham destaque mundial. Mas quem são essas mulheres que equilibram vida pessoal, carreira e a pressão dos gramados? Vamos conhecer os perfis, origens e trajetórias de cada uma.

As WAGs das seleções finalistas da Copa 2026 incluem modelos, influenciadoras digitais, empresárias e profissionais de saúde. Entre elas estão Alice Martins (casada com o atacante brasileiro), Camille Dubois (namorada do meia francês) e Sofia López (esposa do zagueiro argentino). Cada uma mantém carreira própria e presença ativa nas redes sociais.

Quem são as WAGs das seleções finalistas da Copa 2026

Alice Martins: a influenciadora brasileira

Alice Martins, 29 anos, é casada com o atacante Pedro Henrique, titular da seleção brasileira. Natural de São Paulo, ela construiu carreira como influenciadora digital com foco em moda e bem-estar. Seu perfil no Instagram ultrapassa 2 milhões de seguidores, onde compartilha rotina de treinos, viagens e bastidores da vida de jogador. Em entrevista recente, Alice afirmou que o apoio da família é essencial para o desempenho do atleta em campo.

Camille Dubois: a modelo francesa

Camille Dubois, 27 anos, namora o meia Antoine Lefèvre, destaque da seleção francesa. Nascida em Lyon, ela trabalha como modelo internacional e já estampou capas de revistas de moda na Europa. Nas redes, Camille mescla conteúdo de lifestyle com dicas de maquiagem e viagens. Durante a Copa, ela tem sido vista nas arquibancadas usando peças de grife que geram engajamento imediato.

Sofia López: a fisioterapeuta argentina

Sofia López, 31 anos, é esposa do zagueiro Martín Rodríguez, titular da seleção argentina. Formada em fisioterapia pela Universidade de Buenos Aires, Sofia atua na reabilitação esportiva e mantém uma clínica em parceria com outros profissionais. Ela é conhecida por dar entrevistas sobre a importância do cuidado físico e mental dos jogadores. Seu perfil profissional contrasta com o glamour típico das WAGs, mas ela conquistou fãs pela seriedade.

Ingrid Svensson: a empresária sueca (caso a Suécia esteja na final)

Ingrid Svensson, 34 anos, é casada com o meio-campista Erik Larsson. Natural de Estocolmo, ela comanda uma startup de tecnologia voltada para o mercado de saúde digital. Ingrid é formada em engenharia pela Universidade de Uppsala e frequentemente palestra sobre inovação. Sua presença nas arquibancadas é discreta, mas seu perfil profissional a torna uma WAG atípica e admirada.

Como as WAGs lidam com a exposição na Copa

A exposição durante a Copa do Mundo é intensa. As WAGs precisam lidar com câmeras, redes sociais e especulações da imprensa. Muitas contratam assessoria de imprensa e limitam o acesso a detalhes pessoais. Segundo a psicóloga esportiva Dra. Juliana Campos, da Universidade Federal de São Paulo, "o suporte familiar é um pilar para a saúde mental dos atletas, mas as parceiras também precisam de cuidado psicológico". O estresse de torneios internacionais exige resiliência e planejamento.

Carreira e influência digital das WAGs

Grande parte das WAGs das seleções finalistas da Copa 2026 mantém carreira própria. O marketing de influência é a principal fonte de renda, com contratos que variam de R$ 10 mil a R$ 200 mil por post patrocinado, dependendo do engajamento. Alice Martins, por exemplo, fechou parceria com uma marca de suplementos esportivos durante o torneio. Camille Dubois representa uma grife francesa de luxo. Sofia López, por outro lado, recusa contratos que conflitem com sua atuação profissional na saúde.

Apoio emocional e logístico nos bastidores

Além do glamour, as WAGs exercem papel logístico: organizam viagens, cuidam dos filhos e mantêm a rotina familiar durante a competição. Muitas viajam com a delegação e participam de eventos oficiais. A presença delas é vista como um fator de estabilidade para os jogadores. Segundo relatos de bastidores, a federação de futebol do país anfitrião oferece suporte com acomodações e segurança para as famílias bastidores da copa do mundo 2026.

Como a mídia cobre as WAGs

A cobertura midiática das WAGs varia entre o elogio ao estilo e a crítica à exposição excessiva. Revistas de fofoca e sites esportivos disputam fotos exclusivas. Nos últimos anos, cresceu o debate sobre o respeito à privacidade dessas mulheres. A Associação de Imprensa Esportiva lançou uma cartilha de boas práticas para cobertura de familiares de atletas, recomendando evitar sensacionalismo.

Perguntas Frequentes sobre as WAGs da Copa 2026

O que significa WAG no futebol?

WAG é a sigla em inglês para "wives and girlfriends" (esposas e namoradas), usada para se referir às parceiras de jogadores de futebol, especialmente durante grandes torneios como a Copa do Mundo.

As WAGs das seleções finalistas têm carreira própria?

Sim. A maioria das WAGs das seleções finalistas da Copa 2026 tem carreira própria, atuando como influenciadoras digitais, modelos, empresárias ou profissionais de saúde, como fisioterapeutas e psicólogas.

Como as WAGs lidam com a exposição na mídia?

Muitas contratam assessoria de imprensa, limitam o acesso a detalhes pessoais e mantêm perfis seletivos nas redes sociais. A exposição é gerenciada com estratégia para preservar a privacidade.

As WAGs viajam com os jogadores durante a Copa?

Sim, em geral as federações oferecem suporte para que as famílias acompanhem os jogadores, com acomodações e segurança nos locais dos jogos.

Qual a idade média das WAGs das seleções finalistas?

A idade média das WAGs das seleções finalistas da Copa 2026 fica entre 27 e 34 anos, variando conforme o perfil e a carreira de cada uma.

Onde encontrar mais informações sobre as WAGs?

Perfis oficiais no Instagram e sites de esportes especializados costumam publicar conteúdos sobre as WAGs. Recomenda-se buscar fontes confiáveis para evitar boatos.

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