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China se opõe a uso do G20 para desequilíbrio comercial

ResumoChina rejeita a instrumentalização do G20 para discutir desequilíbrios comerciais como manobra deliberada de desinformação. O porta-voz do Ministério do Comércio chinês classificou a pauta como tentativa protecionista de confundir a opinião pública. A posição oficial defende que o fórum multilateral deve priorizar cooperação econômica global, não acusações unilaterais contra países específicos.

A China afirmou nesta quinta-feira (3) que usar o G20 para promover pautas de desequilíbrios econômicos é tentativa deliberada de confundir o público. Porta-voz do Ministério do Comércio vê protecionismo.

Otávio Mancini
Otávio Mancini Repórter de Política e Bastidores · 03 de setembro de 2026 · 1 min de leitura
China se opõe a uso do G20 para desequilíbrio comercial

A China afirmou nesta quinta-feira (3) que usar o G20 para dar destaque às chamadas questões de desequilíbrios econômicos e excesso de capacidade é uma tentativa deliberada de confundir e induzir o público ao erro. A declaração foi feita por Huang Ling, porta-voz do Ministério do Comércio, em coletiva de imprensa de rotina.

O movimento, segundo a porta-voz, estaria essencialmente promovendo o protecionismo e buscando pretextos para exercer pressão e restringir a China. O país afirma se opor firmemente a essa abordagem.

A fala ocorre num momento em que o G20 volta a ser palco de disputas sobre regras de comércio global. A leitura nos bastidores é que a declaração responde a articulações de países que querem pautar a capacidade produtiva chinesa no fórum, o que Pequim enxerga como cerco comercial.

O tom do Ministério do Comércio indica que a pauta deve continuar quente nas próximas reuniões do grupo. A expectativa é que a China leve o contra-argumento para os encontros bilaterais e mantenha o discurso de defesa do livre comércio, enquanto evita assumir compromissos que limitem sua indústria.

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