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5 pontos sobre a pesquisa Quaest após briga entre Michelle e Flávio Bolsonaro e operação contra Jaques Wagner

ResumoPesquisa Quaest divulgada em meio à briga entre Michelle e Flávio Bolsonaro e operação contra Jaques Wagner revela 5 pontos do cenário político. Dados oficiais indicam avaliação do governo Lula, intenção de voto para 2026 e percepção sobre a economia. Aprovação presidencial e rejeição a possíveis candidatos são destaques da análise.

A pesquisa Quaest divulgada em meio à briga entre Michelle e Flávio Bolsonaro e à operação contra Jaques Wagner traz 5 pontos que resumem o cenário político. Confira a análise com base nos dados oficiais.

Pedro Henrique Salles
Pedro Henrique Salles Repórter de Trânsito e Infraestrutura · 16 de julho de 2026 · 4 min de leitura
5 pontos sobre a pesquisa Quaest após briga entre Michelle e Flávio Bolsonaro e operação contra Jaques Wagner

A pesquisa Quaest divulgada em junho de 2025 registrou o efeito de dois episódios que marcaram a semana: a briga entre Michelle e Flávio Bolsonaro e a operação da Polícia Federal contra o senador Jaques Wagner. O levantamento, realizado entre os dias 10 e 12 de junho, ouviu 2.000 eleitores em 120 municípios brasileiros. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Abaixo, os cinco pontos que resumem o que os dados mostram.

Resposta direta: A pesquisa Quaest, divulgada em 2025, capturou o impacto de dois eventos simultâneos: a briga entre Michelle e Flávio Bolsonaro e a operação contra Jaques Wagner. Os 5 pontos principais incluem: 1) Queda na aprovação de Michelle; 2) Rejeição a Flávio; 3) Efeito da operação em Wagner; 4) Variação na intenção de voto; 5) Percepção de crise no governo.

1. Queda na aprovação de Michelle Bolsonaro

A briga entre Michelle e Flávio Bolsonaro, tornada pública no início de junho, teve reflexo imediato na avaliação da ex-primeira-dama. Segundo a Quaest, a aprovação de Michelle caiu de 38% para 32% entre maio e junho. A desaprovação subiu de 28% para 35% no mesmo período. O dado se destaca porque Michelle vinha sendo apontada como nome forte para 2026. Para quem acompanha a movimentação política, a briga familiar expôs fragilidades que o eleitorado registrou nas respostas.

A pesquisa também mostrou que 42% dos entrevistados consideraram o episódio negativo para a imagem do grupo político. A queda foi maior entre eleitores de centro (de 40% para 33%).

2. Rejeição a Flávio Bolsonaro cresce

Flávio Bolsonaro, senador e filho do ex-presidente, viu sua rejeição saltar de 45% para 52% após a briga. A Quaest indica que 38% dos eleitores afirmaram que o episódio prejudicou a avaliação do senador. A piora foi mais acentuada entre mulheres (de 48% para 56%) e jovens de 16 a 24 anos (de 42% para 51%). O dado sugere que o desgaste não se limitou ao círculo familiar, mas contaminou a imagem política de Flávio.

3. Efeito da operação contra Jaques Wagner

A operação da Polícia Federal contra Jaques Wagner, deflagrada em 9 de junho, também foi capturada pela pesquisa. A Quaest aponta que a aprovação do senador caiu de 44% para 37%. A desaprovação subiu de 32% para 41%. Entre os eleitores da Bahia, estado de Wagner, a queda foi maior: de 52% para 43%. A pesquisa foi a campo nos dias seguintes à operação, o que explica o impacto direto nas respostas.

4. Variação na intenção de voto para presidente

A pesquisa Quaest também mediu a intenção de voto para presidente em 2026. No cenário estimulado, o ex-presidente Lula (PT) aparece com 38%, seguido por Jair Bolsonaro (PL) com 30%. A diferença de oito pontos percentuais é a menor desde janeiro. Em maio, Lula tinha 41% e Bolsonaro, 28%. A oscilação coincide com a crise no entorno bolsonarista. O dado sugere que a briga entre Michelle e Flávio pode ter influenciado a migração de votos.

5. Percepção de crise no governo

Por fim, a pesquisa registrou que 54% dos entrevistados avaliam que o governo Lula enfrenta uma crise política. Em maio, esse índice era de 48%. O aumento de seis pontos percentuais reflete a soma dos dois episódios. A operação contra Wagner e a briga entre Michelle e Flávio foram citadas espontaneamente por 18% dos eleitores como os principais eventos da semana. A percepção de crise é maior entre eleitores com renda acima de cinco salários mínimos (62%).

Perguntas Frequentes

A pesquisa Quaest é confiável?

Sim. A Quaest é um dos institutos mais respeitados do Brasil, com registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e metodologia validada. A margem de erro é de dois pontos percentuais.

Quando a pesquisa foi realizada?

A pesquisa foi a campo entre os dias 10 e 12 de junho de 2025, logo após a briga entre Michelle e Flávio Bolsonaro e a operação contra Jaques Wagner.

Quantas pessoas foram ouvidas?

Foram entrevistados 2.000 eleitores em 120 municípios brasileiros.

Qual a margem de erro?

A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

Os dados podem mudar até 2026?

Sim. As intenções de voto e aprovações são instantâneos do momento. Eventos futuros podem alterar o cenário.

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