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Baratas ciborgues são treinadas para socorrer vítimas de desastres; veja

ResumoOs pesquisadores da Universidade de Queensland e da Universidade de Nova Gales do Sul criaram baratas ciborgues, denominadas 'paraborgs', com mochilas de injeção e câmeras. Os insetos são treinados para administrar assistência médica básica a vítimas de desastres, como aplicação de medicamentos, antes da chegada das equipes de resgate. A tecnologia visa ampliar o alcance do socorro em áreas de difícil acesso.

Pesquisadores da Universidade de Queensland e da Universidade de Nova Gales do Sul desenvolveram baratas ciborgues, os 'paraborgs', equipadas com mochilas de injeção e câmeras para prestar assistência médica básica a vítimas de desastres antes da chegada das equipes de resgate.

Otávio Mancini
Otávio Mancini Repórter de Política e Bastidores · 30 de agosto de 2026 · 1 min de leitura
Baratas ciborgues são treinadas para socorrer vítimas de desastres; veja

Pesquisadores da Universidade de Queensland e da Universidade de Nova Gales do Sul desenvolveram baratas ciborgues, batizadas de "paraborgs", para atuar em resgates. O projeto usa a barata-gigante-escavadora do norte de Queensland, considerada a espécie de barata mais pesada do mundo, e a equipa com mochilas contendo dispositivos de injeção em miniatura e câmeras.

A ideia é que esses insetos possam prestar assistência médica básica a vítimas de terremotos e desabamentos antes da chegada das equipes de resgate. Em um cenário de escombros, um enxame de baratas ciborgues entregando remédio a uma vítima presa pode soar como filme de terror, mas é exatamente o que os cientistas australianos estão testando.

O corpo ciborgue é montado sobre a barata-gigante, na qual os pesquisadores instalam as mochilas com cilindros de seringa e câmeras. A escolha da espécie se deve ao tamanho e à robustez, que permitem carregar o equipamento sem comprometer a locomoção entre os escombros.

Ainda não há previsão de uso em campo, mas o avanço abre caminho para uma nova ferramenta de resposta a desastres, complementando o trabalho de cães e robôs em operações de busca e salvamento.

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