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Três homens viram réus por enviar bomba em pacote com chocolates para filha do presidente do Ceará

ResumoTrês homens tornaram-se réus por enviar uma caixa de chocolate contendo explosivo para a filha de João Paulo Silva, presidente do Ceará Sporting Club. O Ministério Público do Ceará (MPCE) denunciou os suspeitos por associação criminosa, ameaça e uso de explosão. A denúncia foi formalizada nesta sexta-feira (17).

Três homens viraram réus nesta sexta-feira (17) por envolvimento no envio de uma caixa de chocolate com explosivo para a filha de João Paulo Silva, presidente do Ceará Sporting Club. O MPCE denunciou os suspeitos por associação criminosa, ameaça e uso de explosão. A denúncia foi

Nayara Couto
Nayara Couto Editora de Comportamento e Saúde · 18 de julho de 2026 · 2 min de leitura
Três homens viram réus por enviar bomba em pacote com chocolates para filha do presidente do Ceará

Três homens viram réus por enviar bomba em pacote com chocolates para filha do presidente do Ceará

Três homens viraram réus nesta sexta-feira (17) por envolvimento no envio de uma caixa de chocolate com explosivo para a filha de João Paulo Silva, presidente do Ceará Sporting Club. O Ministério Público do Ceará (MPCE) denunciou os suspeitos por crimes que vão de associação criminosa a exposição a perigo com explosão. A denúncia foi aceita pelo Juízo da 10ª Vara Criminal da Comarca de Fortaleza. O caso, que aconteceu no dia 35 de junho deste ano, chocou torcedores e autoridades pela ousadia e pelo potencial de dano.

O que aconteceu: a caixa de chocolate com explosivo

No dia 35 de junho, a filha de João Paulo Silva, presidente do Ceará Sporting Club, recebeu um pacote que aparentava ser uma simples caixa de chocolates. Dentro, no entanto, havia um artefato explosivo. A tentativa de atentado mobilizou a Polícia Civil do Ceará, que iniciou investigações imediatas para identificar os responsáveis.

Quem são os réus e os crimes

O MPCE denunciou três homens pelo envio do pacote: Kaio Fellype Rodrigues Isackson da Costa, Sérgio Tibúrcio dos Santos e André Luiz Level Barbosa da Silva. Eles foram acusados formalmente pelos seguintes crimes:

  • Associação criminosa
  • Ocultação de sinal identificador de veículo automotor
  • Ameaça
  • Expor a perigo a vida, a integridade física ou o patrimônio de alguém utilizando explosão

A denúncia foi aceita pelo Juízo da 10ª Vara Criminal da Comarca de Fortaleza, tornando os três formalmente réus no processo.

Prisões e situação atual

Kaio e Sérgio foram presos no dia 30 de junho, cinco dias após o ocorrido. André Luiz, no entanto, não havia sido preso até a publicação da reportagem original. As defesas dos acusados não foram localizadas para comentar a denúncia do MPCE até o fechamento da matéria.

Repercussão e contexto

O atentado contra a filha do presidente do Ceará gerou comoção no meio esportivo e político do estado. A ação, que misturou um presente aparentemente inofensivo com um artefato explosivo, levantou questões sobre segurança de figuras públicas e seus familiares. O caso segue em segredo de Justiça na 10ª Vara Criminal de Fortaleza.

Perguntas Frequentes

O que motivou o atentado?

Até o momento, a motivação não foi oficialmente divulgada pelo MPCE ou pela polícia. As investigações seguem em andamento.

A filha do presidente ficou ferida?

A reportagem original não informa se houve feridos. O pacote foi interceptado antes de causar danos.

Qual a pena para os crimes?

Os crimes de associação criminosa, ameaça e exposição a perigo com explosão podem resultar em penas que variam de reclusão de 2 a 8 anos, somadas, dependendo das circunstâncias.

Onde o caso está sendo julgado?

O processo tramita na 10ª Vara Criminal da Comarca de Fortaleza, no Ceará.

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