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Sargento da PM é preso após levar esposa morta ao Hospital Odilon Behrens, em BH

ResumoO sargento da Polícia Militar Eduardo foi preso em flagrante após levar a esposa, a capitã Michele Leão Azevedo, morta ao Hospital Odilon Behrens, em Belo Horizonte. A ocorrência aconteceu na noite de segunda-feira (20). Eduardo é suspeito de envolvimento na morte da capitã.

A capitã da PM Michele Leão Azevedo foi encontrada morta na noite de segunda-feira (20), após ser levada ao Hospital Odilon Behrens, em BH. O marido, sargento Eduardo, foi preso em flagrante por suspeita de envolvimento na morte.

Pedro Henrique Salles
Pedro Henrique Salles Repórter de Trânsito e Infraestrutura · 21 de julho de 2026 · 3 min de leitura
Sargento da PM é preso após levar esposa morta ao Hospital Odilon Behrens, em BH

Sargento da PM é preso após levar esposa morta ao Hospital Odilon Behrens, em BH

A capitã da Polícia Militar Michele Leão Azevedo foi encontrada morta na noite de segunda-feira (20), após ser levada ao Hospital Odilon Behrens, na Região Noroeste de Belo Horizonte. O marido dela, o sargento Eduardo, foi preso em flagrante por suspeita de envolvimento na morte. A capitã Michele Leão Azevedo foi encontrada morta após ser levada ao Hospital Odilon Behrens; o marido, um sargento da corporação, foi preso.

Segundo o boletim de ocorrência, Michele deu entrada no hospital por volta das 21h35, já sem sinais vitais. A médica responsável pelo atendimento informou aos policiais que a vítima apresentava quadro de assistolia, compatível com parada cardiorrespiratória instalada havia tempo considerável.

Lesões no corpo indicam violência

Ainda conforme o registro policial, a equipe médica identificou múltiplas lesões pelo corpo da capitã, entre elas traumatismo craniano, ferimentos nas pernas, hematomas, marcas lineares compatíveis com chicotadas e um corte de grandes proporções na região frontal da cabeça. Diante dos indícios de violência, a Polícia Militar foi acionada.

Os médicos também informaram que, pelas características observadas, a estimativa era de que a morte tivesse ocorrido entre quatro e seis horas antes da chegada ao hospital.

Prisão em flagrante do sargento

O sargento Eduardo, marido da vítima, foi preso em flagrante no local. A suspeita é de envolvimento direto na morte. A Polícia Militar não divulgou detalhes sobre a dinâmica do crime nem sobre o que teria motivado a agressão.

O caso foi registrado na Delegacia de Homicídios de Belo Horizonte, que agora investiga as circunstâncias da morte. A perícia técnica foi acionada para examinar o corpo e o local onde a vítima estava antes de ser levada ao hospital.

Hospital Odilon Behrens

O Hospital Odilon Behrens, na Região Noroeste de Belo Horizonte, é referência no atendimento de urgência e emergência na capital. Foi lá que a capitã deu entrada, já sem vida. A equipe médica, ao constatar as lesões, acionou a Polícia Militar.

A unidade não se pronunciou oficialmente sobre o caso até o momento. O prontuário médico e os registros de entrada devem ser anexados ao inquérito policial.

Capitã Michele Leão Azevedo

Michele Leão Azevedo era capitã da Polícia Militar de Minas Gerais. Informações sobre sua carreira constam no currículo Lattes. A corporação não divulgou nota oficial sobre o ocorrido até a publicação desta reportagem.

O caso chama a atenção pela gravidade das lesões e pelo envolvimento de um policial militar como suspeito. A Polícia Militar informou que acompanha as investigações e que medidas internas serão tomadas.

O que se sabe até agora

  • A capitã Michele Leão Azevedo deu entrada no Hospital Odilon Behrens por volta das 21h35 de segunda-feira (20).
  • Ela já chegou sem sinais vitais, com quadro de assistolia.
  • O corpo apresentava múltiplas lesões: traumatismo craniano, ferimentos nas pernas, hematomas, marcas lineares compatíveis com chicotadas e um corte na região frontal da cabeça.
  • A morte teria ocorrido entre quatro e seis horas antes da chegada ao hospital.
  • O marido, o sargento Eduardo, foi preso em flagrante.
  • A Delegacia de Homicídios de BH investiga o caso.

Próximos passos da investigação

A perícia técnica deve determinar a causa exata da morte e confirmar se as lesões foram causadas por instrumentos específicos. O inquérito policial vai ouvir testemunhas, analisar o local onde a vítima estava e verificar o histórico do casal.

A Polícia Militar deve instaurar um procedimento interno para apurar a conduta do sargento. A corporação não informou se ele será afastado das funções.

Perguntas Frequentes

Quem era a vítima?

A vítima era a capitã da Polícia Militar Michele Leão Azevedo.

Onde ocorreu a morte?

A capitã foi levada ao Hospital Odilon Behrens, em Belo Horizonte, já sem vida.

Quem foi preso?

O marido da vítima, o sargento Eduardo, foi preso em flagrante.

Quais lesões foram encontradas?

Traumatismo craniano, ferimentos nas pernas, hematomas, marcas lineares compatíveis com chicotadas e um corte na região frontal da cabeça.

Quando ocorreu?

Na noite de segunda-feira, 20 de julho de 2026.

Quem investiga o caso?

A Delegacia de Homicídios de Belo Horizonte.

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