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Programa Tolerância Zero aborda 153 ambulantes na orla do Rio no primeiro fim de semana

ResumoO programa Tolerância Zero, da Prefeitura do Rio com o Governo do Estado, abordou 153 ambulantes em 8 km de orla no primeiro fim de semana. Foram apreendidos 6 triciclos, 14 carrocinhas e centenas de itens sem procedência para coibir a ocupação irregular.

No primeiro fim de semana do programa Tolerância Zero, iniciativa da Prefeitura do Rio com o Governo do Estado, 153 ambulantes foram abordados em 8 km de orla. Apreensões incluem 6 triciclos, 14 carrocinhas e centenas de itens sem procedência. Objetivo é coibir ocupação irregular

Pedro Henrique Salles
Pedro Henrique Salles Repórter de Trânsito e Infraestrutura · 20 de julho de 2026 · 3 min de leitura
Programa Tolerância Zero aborda 153 ambulantes na orla do Rio no primeiro fim de semana

Programa Tolerância Zero aborda 153 ambulantes na orla do Rio no primeiro fim de semana

O programa Tolerância Zero, iniciativa da Prefeitura do Rio em parceria com o Governo do Estado, abordou 153 ambulantes no primeiro fim de semana de operação. O balanço, divulgado pelo poder público como parcial, reúne dados coletados até o último sábado (18) ao longo dos oito quilômetros das praias de Copacabana, Ipanema, Leme e Leblon.

O balanço das apreensões no primeiro fim de semana

Foram apreendidos: 6 triciclos; 14 carrocinhas; 3 veículos utilizados como depósitos; 178 bebidas sem comprovação de procedência; 198 alimentos sem identificação de origem. Os números são parciais e refletem o esforço inicial de fiscalização em uma área de alta concentração de comércio ambulante.

Apreensões por tipo de item

  • Triciclos e carrocinhas: 6 triciclos e 14 carrocinhas foram retirados do calçadão. Esses equipamentos são comuns no transporte e venda de mercadorias na orla.
  • Veículos-depósito: 3 veículos estavam sendo usados como depósitos irregulares para estoque de produtos.
  • Bebidas e alimentos: 178 bebidas e 198 alimentos foram apreendidos por falta de comprovação de procedência ou identificação de origem.

O que é o programa Tolerância Zero

O projeto foi implantado na última quinta (16), com o objetivo de coibir a ocupação irregular do espaço público e evitar casos de extorsão. Segundo a prefeitura, facções criminosas controlam parte do comércio ambulante da orla do Rio. As ações contam com a participação das forças de segurança.

Objetivos declarados

  • Coibir a ocupação irregular do calçadão e da areia.
  • Evitar a extorsão de ambulantes por grupos criminosos.
  • Reforçar o ordenamento urbano em área turística e de lazer.

Impacto para quem frequenta a orla

Para o morador e o turista que circulam por Copacabana, Ipanema, Leme e Leblon, a operação muda a paisagem e a rotina. A retirada de carrocinhas e triciclos reduz o fluxo de vendedores ambulantes, mas também pode diminuir a oferta de itens como bebidas e alimentos na praia. Quem comprava desses vendedores precisa ficar atento: os produtos apreendidos não tinham comprovação de procedência, o que indica risco sanitário.

O que muda no dia a dia

  • Menos ambulantes circulando no calçadão.
  • Produtos sem origem comprovada são retirados de circulação.
  • Fiscalização mais intensa pode gerar filas e abordagens.

Apoio das forças de segurança

As ações contam com a participação das forças de segurança, conforme informou a prefeitura. O envolvimento de polícias e guardas municipais busca dar suporte à fiscalização e garantir a segurança dos agentes e do público. A operação é conjunta entre município e estado.

Perguntas Frequentes

Quantos ambulantes foram abordados no primeiro fim de semana?

Foram 153 ambulantes abordados, conforme balanço parcial divulgado pelo poder público.

Quais praias foram fiscalizadas?

Copacabana, Ipanema, Leme e Leblon, ao longo de oito quilômetros de orla.

O que foi apreendido na operação?

6 triciclos, 14 carrocinhas, 3 veículos-depósito, 178 bebidas sem comprovação de procedência e 198 alimentos sem identificação de origem.

Quando o programa começou?

O Tolerância Zero foi implantado na quinta-feira, 16 de julho de 2026.

Por que o programa foi criado?

Para coibir a ocupação irregular do espaço público e evitar casos de extorsão. Segundo a prefeitura, facções criminosas controlam parte do comércio ambulante da orla.

Quem participa da operação?

A Prefeitura do Rio, o Governo do Estado e as forças de segurança.

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