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Mulher é impedida de sair de atacadista após Pix; filhos autistas entram em crise

ResumoAmanda de Sousa Gomes foi impedida de sair de um Atacadão em Praia Grande (SP) após pagar compras via Pix não constar no sistema. Os dois filhos autistas da mulher, de 3 e 20 anos, entraram em crise durante o ocorrido. O caso expõe falha no processo de validação de pagamentos digitais.

Uma dona de casa de 39 anos, Amanda de Sousa Gomes, foi impedida de sair de um Atacadão em Praia Grande (SP) após pagar as compras via Pix. Os funcionários alegaram que a transação não constava no sistema. Os dois filhos dela, de 3 e 20 anos, diagnosticados com TEA, tiveram crise

Pedro Henrique Salles
Pedro Henrique Salles Repórter de Trânsito e Infraestrutura · 22 de julho de 2026 · 2 min de leitura
Mulher é impedida de sair de atacadista após Pix; filhos autistas entram em crise

Mãe com filhos autistas é impedida de sair de atacadista após pagamento via Pix e filhos autistas entram em crise; VÍDEO

Uma mulher de 39 anos, Amanda de Sousa Gomes, foi impedida de sair de um Atacadão em Praia Grande (SP) após pagar as compras via Pix. Os funcionários alegaram que a transação não constava no sistema. Os dois filhos dela, de 3 e 20 anos, diagnosticados com Transtorno do Espectro Autista (TEA), tiveram crises durante as duas horas em que foram mantidos no local. O caso foi registrado como calúnia no 2° Distrito Policial (DP) da cidade.

O que aconteceu com a mãe e os filhos autistas no Atacadão?

No dia 13 de julho, Amanda de Sousa Gomes, dona de casa, fez compras em um Atacadão em Praia Grande, litoral de São Paulo. Após pagar via Pix, os funcionários disseram que a transação não constava no sistema e a impediram de sair. Ela relatou ao g1 que os dois filhos, de 3 e 20 anos, ambos com TEA, entraram em crise enquanto eram mantidos no local por aproximadamente duas horas.

Por que o pagamento via Pix não foi registrado?

O Atacadão afirmou, por meio de nota, que houve "uma instabilidade sistêmica nacional no serviço de Pix" que impediu a conclusão da compra. O estabelecimento lamentou o transtorno e reforçou o compromisso com o respeito ao consumidor. O caso foi registrado como calúnia no 2° DP de Praia Grande.

Quais os direitos do consumidor em casos como este?

Situações como essa expõem falhas no atendimento a pessoas com TEA. A Lei Berenice Piana (12.764/2012) garante direitos às pessoas com autismo, incluindo atendimento prioritário. Em casos de transtorno, o consumidor pode registrar queixa no Procon e na delegacia. direitos do consumidor em supermercados

Como evitar constrangimentos ao pagar com Pix?

  • Guarde o comprovante de pagamento na tela do celular.
  • Anote o número do protocolo da transação.
  • Em caso de falha, peça o livro de reclamações do estabelecimento.
  • Se for impedido de sair, contate a polícia pelo 190.

Perguntas Frequentes

O que fazer se o pagamento via Pix não for reconhecido?

Exija o comprovante da transação e registre o ocorrido no Procon.

Quanto tempo a empresa pode reter o cliente?

Nenhum. Impedir a saída sem flagrante de crime é ilegal e pode ser considerado constrangimento ilegal.

Como acionar os direitos de uma pessoa com TEA?

Leve a documentação médica e registre queixa na delegacia e no Ministério Público.

O Atacadão se pronunciou sobre o caso?

Sim. A empresa disse que houve instabilidade sistêmica nacional no Pix e lamentou o ocorrido.

O que caracteriza calúnia nesse contexto?

Acusar alguém de não pagar sem provas pode configurar calúnia, crime previsto no Código Penal.

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