El Niño 2026: investidores acompanham impactos na economia e inflação
O mercado acompanha as projeções para um El Niño que pode ser o mais intenso desde 1950. Segundo a NOAA, o fenômeno pode pressionar a produção agrícola e os preços dos alimentos, entrando no radar de investidores e analistas.
Investidores acompanham avanço do El Niño e seus efeitos na economia
O mercado já acompanha as projeções para um El Niño que pode ser o mais intenso desde o início das medições, em 1950. Segundo a NOAA (Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos), caso as previsões se confirmem, o fenômeno tem potencial para provocar impactos relevantes na produção agrícola e pressionar os preços dos alimentos.
O El Niño que avança em 2026 pode ser o mais intenso desde o início das medições, em 1950, segundo a NOAA. O fenômeno altera o regime de chuvas e temperaturas, comprometendo a produção agrícola e pressionando os preços dos alimentos, o que já acende alertas no mercado financeiro sobre a inflação.
O que o El Niño pode causar na produção agrícola?
O El Niño altera o regime de chuvas e de temperaturas em diferentes regiões do planeta, afetando diretamente a produção agrícola. No Brasil, esse cenário pode comprometer a oferta de alimentos e pressionar os preços de produtos que compõem a cesta básica.
Para Thiago Godoy, apresentador da Resenha do Dinheiro, o impacto do fenômeno vai muito além das mudanças no clima e já começa a entrar no radar do mercado.
Como o El Niño pode pressionar a inflação?
Na visão de Marilia Fontes, sócia-fundadora da Nord Investimentos, os efeitos do fenômeno também podem dificultar o controle da inflação.
"O El Niño tem consequências importantes para os preços dos produtos agrícolas. Mesmo com a recente desaceleração da inflação de alimentos, é preciso cautela, pois esse cenário pode elevar novamente os preços e pressionar a inflação", analisa.
Setores da economia que podem ser afetados
Além da agricultura, Godoy destaca que os impactos tendem a se espalhar por diferentes setores da economia.
"Os efeitos não ficam restritos ao campo. O fenômeno pode afetar a geração de energia, a produção agrícola, os preços no supermercado e toda a cadeia de suprimentos", explica.
Cadeia de suprimentos e energia
A alteração no regime de chuvas pode comprometer a geração de energia hidrelétrica, elevando custos. A cadeia de suprimentos, por sua vez, enfrenta gargalos logísticos e de abastecimento que podem se refletir nos preços finais ao consumidor.
O que dizem os analistas do mercado?
O programa Resenha do Dinheiro, que discute semanalmente os principais temas da economia, reuniu as análises de Thiago Godoy, o "Papai Financeiro"; Marilia Fontes, sócia-fundadora da Nord Investimentos; e Bernardo Pascowitch, fundador e CEO do Yubb. Realizado com o apoio da B3 e da gestora de investimentos BlackRock, o programa propõe uma abordagem leve, direta e descomplicada sobre educação financeira e investimentos.
A atração aborda semanalmente os principais temas da economia com a informalidade de uma conversa entre amigos, sem abrir mão da análise.
Quando assistir à Resenha do Dinheiro?
A Resenha do Dinheiro vai ao ar todas as sextas-feiras, às 19h, no canal do CNN Money no YouTube e aos domingos, às 15h, na CNN Brasil.
Perguntas Frequentes
O El Niño de 2026 pode ser o mais intenso desde quando?
Segundo a NOAA, pode ser o mais intenso desde o início das medições, em 1950.
Quais os principais impactos do El Niño na economia?
O fenômeno pode pressionar a produção agrícola, os preços dos alimentos, a geração de energia e toda a cadeia de suprimentos.
Quem participa do programa Resenha do Dinheiro?
O programa conta com Thiago Godoy, Marilia Fontes e Bernardo Pascowitch, com apoio da B3 e da BlackRock.
Onde assistir à Resenha do Dinheiro?
Todas as sextas-feiras, às 19h, no canal do CNN Money no YouTube, e aos domingos, às 15h, na CNN Brasil.