# Flavio nega ter recebido dinheiro de empresa ligada ao caso Master

> O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) negou, em 22 de janeiro de 2025, ter recebido dinheiro da Copenhagen Assessoria e Consultoria, empresa ligada ao caso Master. Flávio cancelou duas notas fiscais de R$ 500 mil emitidas para a Copenhagen, que recebeu repasses do Banco Master. A declaração foi feita em nota oficial.

*Sucesso News · Cidade · 23 de julho de 2026 · Wesley Tobias*

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) negou, nesta quarta-feira (22), ter recebido dinheiro da Copenhagen Assessoria e Consultoria, empresa que recebeu repasses do Banco Master. Ele cancelou duas notas fiscais de R$ 500 mil emitidas para a empresa.

O senador e pré-candidato à Presidência pelo PL, Flávio Bolsonaro (RJ), negou, nesta quarta-feira (22), ter recebido dinheiro da Copenhagen Assessoria e Consultoria, empresa que recebeu repasses do Banco Master. A negativa veio em vídeo publicado nas redes sociais, após a divulgação de registros de notas fiscais emitidas e canceladas pelo parlamentar para a empresa investigada.

**O que aconteceu com as notas fiscais de Flávio Bolsonaro?** Em 7 de abril de 2025, Flávio emitiu duas notas fiscais de R$ 500 mil cada para a Copenhagen Assessoria e Consultoria S.A., empresa apontada como ligada ao caso Master. As duas notas foram canceladas. Dois dias depois, em 9 de abril de 2025, o escritório de Flávio emitiu uma nota fiscal de R$ 500 mil para outra empresa, a Contábil Correa, pelo serviço de "assessoria jurídica".

## A defesa de Flávio Bolsonaro sobre o caso Master

"Eu não aceitei trabalhar para essa empresa chamada Copenhagen, que supostamente foi usada por [Daniel] Vorcaro para fazer pagamentos a algumas pessoas. Não foi o meu caso. Estou tendo que explicar porque eu não recebi o dinheiro dessa empresa. Cancelei duas notas fiscais", disse Flávio em vídeo. O senador afirmou que o serviço prestado foi para a Contábil Correa e que a relação foi "completamente legal e privada".

## Quem é o administrador comum entre as empresas?

A Copenhagen e a Contábil Correa tiveram, em momentos diferentes, o mesmo administrador: Rogério Lourenço Novo. Ele assumiu a diretoria da Copenhagen em setembro de 2025, cinco meses após a emissão das notas fiscais, no lugar de Artur Figueiredo, de acordo com registros na Junta Comercial de São Paulo. Figueiredo seguiu na Trustee DTVM.

## O papel da Trustee DTVM e de Artur Figueiredo

A Copenhagen tinha como diretor um gestor da administradora de fundos Trustee DTVM, Artur Figueiredo. Tanto a Trustee quanto Figueiredo são apontados pela Polícia Federal como suspeitos de terem participado das fraudes financeiras do banco de Daniel Vorcaro.

## Histórico de investigações de Rogério Lourenço Novo

O empresário Rogério Lourenço Novo já foi investigado pela PF por, supostamente, operar um esquema de notas fiscais falsas de empresas de fachada para evadir impostos entre 2013 e 2015. A fraude foi estimada em mais de R$ 100 milhões, mas o caso acabou arquivado.

## Perguntas Frequentes

### Flávio Bolsonaro recebeu dinheiro da Copenhagen?

O senador nega ter recebido dinheiro da Copenhagen. Ele emitiu duas notas fiscais de R$ 500 mil para a empresa, mas as cancelou.

### O que é o caso Master?

O caso Master envolve supostas fraudes financeiras no Banco Master, de Daniel Vorcaro, investigadas pela Polícia Federal.

### Quem é Artur Figueiredo?

Artur Figueiredo era gestor da Trustee DTVM e diretor da Copenhagen. Ele é apontado pela PF como suspeito de participar das fraudes.

### A Contábil Correa é investigada?

A CNN não conseguiu confirmar se há processo ou investigação abertos para apurar a Contábil Correa ou o caso específico das notas fiscais.

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Fonte (canonical): https://sucessonews.com.br/cidade/flavio-nega-ter-recebido-dinheiro-empresa-ligada-ao-caso-master/
