Couto manda auditar contratos dos Bombeiros após convênio de R$ 25 milhões
O governador em exercício, Ricardo Couto, determinou auditoria em todos os contratos do Corpo de Bombeiros após convênio de R$ 25 milhões com o Instituto Rio Metrópole, alvo de investigação por suspeitas de corrupção. A decisão também pesou a proximidade entre o comandante-geral
Fui atrás do que mudou no governo do Rio depois que um convênio milionário entre o Corpo de Bombeiros e um instituto investigado chegou ao conhecimento do governador em exercício. A história tem nomes, cifras e uma determinação que mexe com a estrutura da corporação.
O governador em exercício, Ricardo Couto, determinou uma auditoria em todos os contratos do Corpo de Bombeiros após um convênio da corporação com o Instituto Rio Metrópole (IRM) chamar a atenção do governo. A minuta previa o repasse de R$ 25 milhões do Fundo Especial do Corpo de Bombeiros (Funesbom) ao instituto, que é alvo de investigação por suspeitas de corrupção.
O que motivou a auditoria em contratos dos Bombeiros
Pesou na decisão de Couto a proximidade entre o comandante-geral da corporação, Tarciso Salles, e o então presidente do IRM, Davi Perini Vermelho, conhecido como Didê. Didê está preso e é investigado por suspeita de corrupção em contratos que somam R$ 86 milhões.
Como é bombeiro da reserva, ele está sob custódia do Grupamento Prisional do Corpo de Bombeiros, comandado por Sirlei Gomes, que também mantém relação de amizade com o ex-presidente do instituto.
Quem é o Instituto Rio Metrópole
O Instituto Rio Metrópole (IRM) é uma organização que firmou o convênio com o Corpo de Bombeiros. A minuta do acordo previa o repasse de R$ 25 milhões do Funesbom ao instituto. O IRM é alvo de investigação por suspeitas de corrupção, mas a fonte não detalha a natureza exata das suspeitas nem o andamento das apurações.
O papel do comandante-geral Tarciso Salles
O comandante-geral do Corpo de Bombeiros, Tarciso Salles, tem relação de proximidade com o ex-presidente do IRM, Davi Perini Vermelho. Essa proximidade foi um dos fatores que pesaram na decisão do governador em exercício de determinar a auditoria. A fonte não informa se Salles teve envolvimento direto na elaboração do convênio ou se há investigação contra ele.
Didê: o ex-presidente do IRM preso
Davi Perini Vermelho, o Didê, é ex-presidente do Instituto Rio Metrópole. Ele está preso e é investigado por suspeita de corrupção em contratos que somam R$ 86 milhões. Por ser bombeiro da reserva, Didê está sob custódia do Grupamento Prisional do Corpo de Bombeiros, comandado por Sirlei Gomes, que também mantém relação de amizade com ele.
O que muda com a auditoria
A auditoria determinada por Ricardo Couto abrange todos os contratos do Corpo de Bombeiros. A medida visa verificar a regularidade dos acordos firmados pela corporação, especialmente após o convênio com o IRM chamar a atenção do governo. Não há prazo divulgado para a conclusão dos trabalhos.
Perguntas Frequentes
O que é o Funesbom?
O Fundo Especial do Corpo de Bombeiros (Funesbom) é o fundo que receberia o repasse de R$ 25 milhões para o Instituto Rio Metrópole. A minuta do convênio previa esse repasse.
Quem é Ricardo Couto?
Ricardo Couto é o governador em exercício do Rio de Janeiro. Ele determinou a auditoria em todos os contratos do Corpo de Bombeiros.
Didê está preso por quê?
Davi Perini Vermelho, conhecido como Didê, está preso e é investigado por suspeita de corrupção em contratos que somam R$ 86 milhões. Ele era presidente do Instituto Rio Metrópole.
A auditoria já começou?
A fonte não informa se a auditoria já foi iniciada ou o prazo para sua conclusão. A determinação foi feita pelo governador em exercício.
O comandante-geral dos Bombeiros é investigado?
A fonte não informa se Tarciso Salles é investigado. Ela apenas destaca a proximidade dele com o ex-presidente do IRM como um dos fatores que motivaram a auditoria.