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Couto manda auditar contratos dos Bombeiros após convênio de R$ 25 milhões

ResumoO governador em exercício Ricardo Couto determinou auditoria em todos os contratos do Corpo de Bombeiros após convênio de R$ 25 milhões com o Instituto Rio Metrópole ser alvo de investigação por suspeitas de corrupção. A decisão considerou a proximidade entre o comandante-geral da corporação e a entidade investigada.

O governador em exercício, Ricardo Couto, determinou auditoria em todos os contratos do Corpo de Bombeiros após convênio de R$ 25 milhões com o Instituto Rio Metrópole, alvo de investigação por suspeitas de corrupção. A decisão também pesou a proximidade entre o comandante-geral

Raíssa Vasconcelos
Raíssa Vasconcelos Repórter de Cultura e Eventos Regionais · 22 de julho de 2026 · 3 min de leitura
Couto manda auditar contratos dos Bombeiros após convênio de R$ 25 milhões

Fui atrás do que mudou no governo do Rio depois que um convênio milionário entre o Corpo de Bombeiros e um instituto investigado chegou ao conhecimento do governador em exercício. A história tem nomes, cifras e uma determinação que mexe com a estrutura da corporação.

O governador em exercício, Ricardo Couto, determinou uma auditoria em todos os contratos do Corpo de Bombeiros após um convênio da corporação com o Instituto Rio Metrópole (IRM) chamar a atenção do governo. A minuta previa o repasse de R$ 25 milhões do Fundo Especial do Corpo de Bombeiros (Funesbom) ao instituto, que é alvo de investigação por suspeitas de corrupção.

O que motivou a auditoria em contratos dos Bombeiros

Pesou na decisão de Couto a proximidade entre o comandante-geral da corporação, Tarciso Salles, e o então presidente do IRM, Davi Perini Vermelho, conhecido como Didê. Didê está preso e é investigado por suspeita de corrupção em contratos que somam R$ 86 milhões.

Como é bombeiro da reserva, ele está sob custódia do Grupamento Prisional do Corpo de Bombeiros, comandado por Sirlei Gomes, que também mantém relação de amizade com o ex-presidente do instituto.

Quem é o Instituto Rio Metrópole

O Instituto Rio Metrópole (IRM) é uma organização que firmou o convênio com o Corpo de Bombeiros. A minuta do acordo previa o repasse de R$ 25 milhões do Funesbom ao instituto. O IRM é alvo de investigação por suspeitas de corrupção, mas a fonte não detalha a natureza exata das suspeitas nem o andamento das apurações.

O papel do comandante-geral Tarciso Salles

O comandante-geral do Corpo de Bombeiros, Tarciso Salles, tem relação de proximidade com o ex-presidente do IRM, Davi Perini Vermelho. Essa proximidade foi um dos fatores que pesaram na decisão do governador em exercício de determinar a auditoria. A fonte não informa se Salles teve envolvimento direto na elaboração do convênio ou se há investigação contra ele.

Didê: o ex-presidente do IRM preso

Davi Perini Vermelho, o Didê, é ex-presidente do Instituto Rio Metrópole. Ele está preso e é investigado por suspeita de corrupção em contratos que somam R$ 86 milhões. Por ser bombeiro da reserva, Didê está sob custódia do Grupamento Prisional do Corpo de Bombeiros, comandado por Sirlei Gomes, que também mantém relação de amizade com ele.

O que muda com a auditoria

A auditoria determinada por Ricardo Couto abrange todos os contratos do Corpo de Bombeiros. A medida visa verificar a regularidade dos acordos firmados pela corporação, especialmente após o convênio com o IRM chamar a atenção do governo. Não há prazo divulgado para a conclusão dos trabalhos.

Perguntas Frequentes

O que é o Funesbom?

O Fundo Especial do Corpo de Bombeiros (Funesbom) é o fundo que receberia o repasse de R$ 25 milhões para o Instituto Rio Metrópole. A minuta do convênio previa esse repasse.

Quem é Ricardo Couto?

Ricardo Couto é o governador em exercício do Rio de Janeiro. Ele determinou a auditoria em todos os contratos do Corpo de Bombeiros.

Didê está preso por quê?

Davi Perini Vermelho, conhecido como Didê, está preso e é investigado por suspeita de corrupção em contratos que somam R$ 86 milhões. Ele era presidente do Instituto Rio Metrópole.

A auditoria já começou?

A fonte não informa se a auditoria já foi iniciada ou o prazo para sua conclusão. A determinação foi feita pelo governador em exercício.

O comandante-geral dos Bombeiros é investigado?

A fonte não informa se Tarciso Salles é investigado. Ela apenas destaca a proximidade dele com o ex-presidente do IRM como um dos fatores que motivaram a auditoria.

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