Livro: Vinhos em 101 dicas - Um guia para o enófilo amador
agosto 21, 2008 by Vinícius Mont Serrat
Filed under Livros
Um amigo do meu pai sempre diz que devemos guardar as rolhas dos vinhos que tomamos, pois elas representam um momento de felicidade em nossas vidas. Afinal, ninguém abre um vinho para “encher a cara” e “chorar sobre o leite derramado”.
Pensando por este lado, se cada garrafa de vinho representa um momento feliz em nossas vidas, vale a pena conhecermos um pouco mais sobre esta bebida. Então, nada melhor que estudarmos um pouco sobre ela.

Recebi de cortesia da editora Ediouro o livro “Vinhos em 101 dicas - Um guia para o enófilo amador“, escrito pelo Ricardo Castanho, que é um dos profissionais que mais entende de gastronomia do país, editor de restaurante do Guia Quatro Rodas. Neste guia, Castanho organizou as 101 dicas que nos ajuda a passar de meros curiosos a enófilos amadores. Isso quer dizer que ele nos ensina o básico sobre a arte do vinho. Ao nos apresentar os principais tipos de vinho, uva, regiões, e várias outras coisas, Castanho chama nossa atenção para o até então misterioso mundo dos vinhos.
Particularmente esse livro mudou o meu olhar sobre o vinho, que deixou de ser uma simples bebida alcólica para se transformar em um acompanhamento maravilhoso e saudável para todos os momentos de nossa vida, desde um jantar a dois bem romântico até churrasco com os amigos. Desde que façamos a combinação certa, o vinho sempre cai bem.
Para quem não entende nada sobre a arte do vinho, vale a pena estudar sobre o assunto e este guia é uma bela maneira de começar este estudo. Lido e aprovado! Agora irei (na medida do possível) aprofundando meus estudos e usufruindo dos prazeres da vida com família e amigos acompanhados de um bom vinho.
Consumismo em moda e dívidas crecentes
junho 24, 2008 by Vinícius Mont Serrat
Filed under Economia
Metade da população brasileira está endividada. A culpa é de quem?
Ontem, subindo para a faculdade de ônibus, tive a (in)felicidade de me sentar na frente de dois homens com idades por volta de 30 e 40 anos, ambos com baixo nível de escolaridade, trabalhadores informais, moradores de uma comunidade pobre da cidade onde moro. Eles conversavam em um tom de voz alto e não teve como deixar de ouvir a conversa, principalmente pelo fato do assunto que eles estavam tratando era de alta preocupação minha. Um deles começou reclamando que havia comprado um carro velho, mas que este se encontrava na oficina e só após o pagamento de uma quantia de aproximadamente quinhentos reais o carro seria liberado. Isso já me deixou preocupado, pois uma pessoa com essas condições não poderia ter quinhentos reais, mais uma quantia considerável para pagar o carro e, se tivesse, com certeza haveriam outras prioridades para o uso deste dinheiro, afinal, ter um carro em uma cidade pequena, como é a minha, é artigo de luxo. Prosseguindo com a conversa, o dono do carro mudou de assunto e disse que iria pegar vinte reais com uma pessoa que estava lhe devendo para começar a pagar as parcelas do cartão de crédito que seu colega ali presente iria lhe emprestar para comprar uma calça em uma loja de grife da cidade, pois seu nome estava “sujo” e ele não iria conseguir qualquer forma de crédito. Para mim aquilo foi o cúmulo. Quando foi mais no final da conversa o outro homem reclamou de sua falta de estudo, e o outro completou dizendo que “se nois ainda fosse inteligente, até compensaria nossa farta de estudo, mas nois num é” e, imediatamente, o outro rebateu: “por isso que a gente num consegue um bom emprego pra ganha uns trocado a mais”. Isso mexeu profundamente comigo e me fez pensar um pouco sobre tal situação.
Hoje, ao entrar na internet e começar a ler as notícias do dia, como faço todos os dias, me deparei com uma notícia no G1 falando que oitenta milhões de brasileiros têm dívidas, e que quinze milhões deste total são dívidas com valor acima de cinco mil reais. Quais são as classes mais atingidas com isso? Classes C, D e E, claro. Uma das justificativas apresentadas são as facilidades de crédito oferecidas. Com a facilidade de fazer todo tipo de compra financiada, o consumidor acaba por comprar mais do que deve e, por conta disso, não consegue pagar suas dívidas. A situação se agrava pelo fato de que a inflação no Brasil está subindo, o que dificulta o pagamento dessas dívidas. As classes mais atingidas por essa situação também não tem formação o suficiente para poder entender o que está acontecendo e acabam ficando no escuro.
Olhando a economia e a educação dessa forma, podemos entender a situação e a forma de pensar dos dois cidadãos que citei no início deste texto. Quem não tem informação ou não consegue absorver as informações recebidas, acaba por se afundar em um buraco sem fundo, onde sempre pode estar pior do que já está. Como já diziam os imortais Mamonas Assassinas “a minha felicidade é um crediário nas Casas Bahia”. Está aí a armadilha para o endividamento das classes baixa da população. Está aí uma das nossa grandes preocupações com o povo brasileiro. Quem tem culpa nessa história? Todos nós, desde sempre. O que fazer agora? Difícil listar a solução, mas se cada um de nós fizermos um pouquinho, sei que a situação do povo brasileiro um dia vai melhorar. O que eu faço hoje? Escrevo para aqueles que tem acesso a um computador, alertando dos perigos que estão correndo frente à economia e a outros monstros que existem pelo mundo prontos para devorar aqueles mais fracos. E você, o que faz por um mundo melhor?
Vinícius de Mont Serrat tem 18 anos e está graduando em Administração pela UFJF. Possui grande afeição por assuntos como empreendedorismo, investimentos e educação financeira. [+perfil] [+posts]
Agora você vai enriquecer!!!
junho 2, 2008 by Vinícius Mont Serrat
Filed under Enriquecendo, Séries
Teve quem achasse que a série “10 motivos pelo qual você não enriquece” fosse uma lamentável e desestimulante série com conteúdo irrelevante e de baixo escalão, isso por causa dos títulos da série e de cada motivo. Porém esses títulos foram escolhidos de propósito, para mostrar a cada um de vocês o que fazem de errado no seu dia-a-dia e propor alguma coisa que fizesse com que esses atos que os impediam de ter uma melhor situação financeira (e ficar rico) e, conseqüentemente, levar uma vida melhor em todos os aspectos fossem abolidos de seus costumes e uma vida próspera e saudável fosse iniciada desde então.
Esta série trouxe muitas coisas positivas, que me chamaram atenção e que com certeza chamaram a atenção de muitos por aí, e esse era nosso objetivo, fazer a diferença na vida de cada um e nas nossas vidas também. É, eu e a Mariana também aprendemos muito com cada uma dessas lições, afinal, fomos estimulados (e obrigados) a pesquisar, estudar, aprender. Cada texto foi um passo que estávamos dando em nossas vidas (eu, Mari e os leitores) rumo a um futuro próspero e de grandes realizações.
Sei que seguir a risca tudo que foi proposto aqui é algo muito difícil e que tem muitas outras coisas que não foram ditas aqui e que comp?e essa fórmula inexistente rumo a um melhor futuro com base na sua estrutura financeira. Mas também não dá pra vacilar quando o assunto é a saúde do seu bolso, pois se ele estiver doente pode ser igual a um câncer, que se espalha rapidamente para outras partes do seu “EU” e acaba destruindo sua saúde, sua família, sua felicidade.
Lembre-se sempre de uma coisa: O DINHEIRO NÃO COMPRA A FELICIDADE, e essa é a principal lição que se deve aprender. Outra coisa muito importante é: O DINHEIRO BEM CUIDADO E BEM EMPREGADO TE PROPORCIONA A OPORTUNIDADE DE FAZER O BEM PARA VOCÊ, PARA SUA FAMÍLIA, PARA SEUS AMIGOS, PARA O MUNDO. Portanto, NÃO VIVA PARA GANHAR DINHEIRO, VIVA PARA SER FELIZ, o dinheiro (que virá como conseqüência de um bom trabalho) deverá apenas ser bem aplicado para que não se torne um problema na sua vida.
Fica aqui o nosso muito obrigado pelas pessoas que proporcionaram o sucesso desta série, dentre elas Thales, do blog Lista10, de onde surgiu a idéia da série, Jeffrey Strain, autor desta lista que nos proporcionou uma reflexão sobre o assunto e aos leitores, que contribuíram para o êxito desta série.
Grande abraço a todos e até a próxima!!!
Viver e ser feliz
abril 3, 2008 by Vinícius Mont Serrat
Filed under Efetividade

Sonhar, planejar, objetivar. Palavras simples que podem definir o seu futuro. Você alguma vez em quanto criança imaginou o que queria ser quando crescer, veterinário, jogador de futebol, modelo, enfim, já sonhou com um futuro que lhe proporcionasse felicidade, bem estar, sucesso. E depois de grande, você já parou pra pensar o que você quer ser amanhã? E daqui a um ano, onde você gostaria de estar? Com quantos anos pensa em se aposentar e viver o resto da sua vida a finalmente fazer só o que lhe “der na telha”, inclusive trabalhar? Essas e outras questões que envolvem sonhos, metas e objetivos são vitais para o sucesso pessoal e profissional de qualquer ser humano, afinal, se você não souber aonde quer chegar, como batalhar hoje pra que isso venha a ocorrer no futuro (afastado ou próximo)?
Voc? vive para trabalhar ou trabalha para viver? Você leva uma vida agradável ou simplesmente sem sentido algum? Qual sua meta a ser batida? Quais são seus sonhos? Um objetivo bem comum e bem interessante a se seguir é estudar o que gosta, trabalhar com o que lhe proporciona bem estar, achar um(a) parceiro(a) que lhe sirva de amigo(a), namorado(a), companheiro(a), sócio(a) e mais algumas outras coisas, conhecer lugares interessante, se aventurar em desafios pessoais e profissionais, arriscar, perder, se levantar e come?ar tudo outra vez, enfim, “comer a vida com uma colher grande”.
Nunca paraste para pensar nessas coisas? Pois bem, já passou da hora de começar a batalhar por seus sonhos e viver a vida como todos merecemos, afinal, a vida é curta e devemos saber aproveitá-la, e não viver somente para sobreviver, isto seria o fim. Bom, o primeiro passo para come?ar o que gosto de chamar de “objetivo de vida” é parar e pensar o que lhe convêm, o que gosta e o que gostaria de fazer da sua vida, em todos os sentidos mesmo. Depois é o mais difícil e o mais prazeroso a se fazer, que é correr atrás dos prejuízos, botar a mão na massa e começar já a ser feliz.
Jamais esqueça de que nunca é tarde para começar, mudar os planos e recomeçar, mudar de idéia mais uma vez e partir do zero, basta querer ser feliz, viver para ser feliz, afinal, só o que está em jogo é a sua felicidade e para alcançá-la vale tudo (desde que seja jogo limpo, é claro!) e n?o se preocupe, porque todo o resto virá como consequência, desde amigos, companheiros, prazeres, até o dinheiro (por mais incrível que pareça).
Pense nisso!
























